Ideias Livres

Postado às 19h15 | 11 fevereiro 2020 | Eduardo Passaia

Oscar, Petra e muita cara de pau.

Todo mundo falou do Oscar, então quem sou eu pra deixar de dar meu pitaquinho, também.

Óbvio que eu teria que escolher o pseudo documentário Democracia em Vertigem, da diretora e herdeira da empreiteira Andrade Gutierrez, Petra Costa, empresa essa que está enterrada até o pescoço na Lava Jato.

Deixo em destaque a palavra pseudo, porque em todas as definições que busquei sobre o que é um documentário, todas elas sem exceção relacionam o objeto em questão a um documento, à história e principalmente à verdade.

Creio que isto seja importantíssimo de mencionar, pois meu texto todo é baseado na premissa de que a verdade não tem versões e, se a verdade não tem versões, ela é única e sendo única não permite interpretações, principalmente com intenções politicamente estapafúrdias.

Como um documentário se presta a falar sobre impeachmeant e não menciona as 6 milhões de pessoas nas ruas de todo o Brasil em um único dia, se manifestando a favor do afastamento da presidente?

Como falar em impeachmeant sem mencionar que as campanhas de Dona Dilma foram regadas com R$1,2 bilhão de nossa grana, desviada através do maior esquema de corrupção de toda a humanidade?

Como falar de impeachmeant e ter a cara de pau de incluir o PSDB junto com os  movimentos como MBL, Vem pra Rua, entre outros? Oras, quem não se lembra do Aécio falando pro PSDB não entrar na campanha pró impeachmeant?  Quem não se recorda dos políticos, incluindo o próprio Aécio, sendo escorraçado das manifestações?

Querem mais?

A diretora esquece de falar da crise econômica, omite o julgamento do Tribunal de Contas Federal, mente sobre o julgamento do Lula e sua falsa rapidez, esquecendo que hoje ele é condenado em 3 instâncias em um destes processos, enfim, um corrupto que ela tenta transformar em heroi. Hoje, Lula não ganharia pra síndico de prédio.

Poderíamos mencionar inúmeras outras inverdades e distorções da realidade por parte da Petra, mas não haveria espaça no espaço deste blog.

 

O documentário é falso e tenta empurrar para o Mundo uma narrativa sem pé nem cabeça, que pode enganar os menos esclarecidos, como foi falsa também a entrevista dada pela diretora para uma emissora de TV americana. Inventou absurdos e vomitou aberrações preconceituosas contra os evangélicos, para ficar em apenas um único exemplo. Por falar nesta questão dos evangélicos, me perguntei, diante das fotos de sua equipe, onde estariam os negros que ela diz, mentirosamente, que são rechaçados pelas igrejas evangélicas. Vai ver que uma índia nas fotos causa mais impacto, não é mesmo?

Não interessa se o filme é brasileiro ou não. Patriota algum pode torcer para algo que depõe contra a verdade e contra o próprio país.

Nunca esqueçamos que o golpe verdadeiro foi dado por Renan Calheiros e Lewandowski que cuspiram na nossa Constituição quando não retiraram os direitos políticos da criminosa Dilma.

O povo de Minas deu o recado que o Brasil inteiro adoraria ter dado, deixando Dilma Roussef bem longe de qualquer cargo público.

Este tipo de gente não tem a menor preocupação com a verdade quando em jogo está a sua ideologia morta.

 

Eduardo Passaia

Consultor de empresa na área de tecnologia, turismólogo e liberal.

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Postado às 09h45 | 10 fevereiro 2020 | Eduardo Passaia

Parasitas

Se alguém tinha alguma dúvida sobre qual é o jogo da imprensa main stream no Brasil, esta dúvida se acabou de vez nesta sexta, 07/02/20, quando as manchetes diziam que o ministro Paulo Guedes tinha chamado todos os funcionários públicos de parasitas.

Mentira deslavada!

Li praticamente todas as reportagens e em quase todas havia um estranho, mas coincidente esquecimento de mostrar o texto todo. Principalmente seu contexto.

Pros mais atentos e curiosos que foram atrás do discurso do ministro, ficou claro que ele falava da necessidade da reforma administrativa, onde ele expunha fatos que demonstravam a diferença entre o funcionalismo público federal e os trabalhadores da iniciativa privada, que no final das contas são os que sustentam toda a máquina estatal.

Guedes fez uma comparação das mais válidas, que demonstra que com os privilégios que se tem e com aumentos que chegam a serem 50% superiores aos da iniciativa privada, o próprio sistema do funcionalismo, que seria o parasita, estaria matando o hospedeiro, que seria o tesouro nacional, o governo, o Estado e óbvio, nós da iniciativa privada que como eu disse, bancamos toda a farra com o suado dinheiro de nossos impostos.

Guedes, como um ótimo liberal, aposta num Estado enxuto, sem privilégios e com  controle fiscal rígido, algo que é impossível diante do descalabro promovido pelos últimos governos, onde o quadro do funcionalismo cresceu enormemente, elevando assim o gasto com a folha, crescendo junto muitos privilégios que a classe trabalhadora privada nunca verá em suas vidas.

“A imprensa é muito séria, se pagar eles publicam até a verdade”.

- Juca Chaves -

 

A aposta do governo nesta reforma, visa termos meritocracia no funcionalismo, termos metas e conseguirmos obter o melhor daquilo que nossos impostos pagam.

Hoje não sobra mais grana para investimentos. Estamos falando de menos de 3% do orçamento.

Ficando assim, alguém duvida que o parasita mate o hospedeiro, que o carrapato mate o boi?

Este jogo da imprensa, de fazer de conta que não entendeu ou, mal e porcamente subverte o sentido das palavras, é perigoso e a meu ver sem volta, pois todos os dias as redes sociais desmoralizam os meios de comunicação. Cada vez mais, a imprensa tradicional tem menos influência na formação de opinião e representa menos ainda em relação a credibilidade. E que não me venham dizer que isto é perigoso, pois quem procurou este caminho foi a própria imprensa tradicional.

Mas fica uma pergunta pros funcionários públicos: afinal, quem realmente se sente ofendido de ser chamado indiretamente daquilo que não o é?

Para os bons funcionários públicos é ótimo que os parasitas se mostrem e que sejam banidos até ficarem apenas aqueles que respeitam o povo, que paga seus salários, ou não?

 

Eduardo Passaia

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Postado às 10h15 | 05 fevereiro 2020 | Eduardo Passaia

Alexandre Garcia, japoneses e a liberdade.

Em uma palestra recente, Alexandre Garcia levantou uma questão simples pra plateia.

Será que se trocássemos os povos brasileiros e japoneses, enviando os brasileiros e trazendo os japoneses para o Brasil, lembrando que os japoneses passaram por duas bombas atômicas, tem vulcões, terremotos e tsnunamis, fora que o Japão possui um solo paupérrimo e acidentado, o que atrapalha a agricultura e pecuária. Será que se o Brasil, estando os japoneses no lugar dos brasileiros não seria o país mais desenvolvido do Mundo em poucas décadas?

A resposta da plateia foi um sonoro sim.

E a conclusão do Alexandre foi simples.

"Então vocês estão reconhecendo que a responsabilidade da mudança é nossa".

Ai entra o problema.

A imprensa tradicional e aqueles políticos aproveitadores, após o Eduardo Bolsonaro postar o vídeo desta palestra em suas redes sociais, "resolveu ignorar" o contexto da pergunta e simplesmente, "interpretou" como se o nobre jornalista estivesse atacando o povo brasileiro. Zombando de todos nós.

A conclusão do Alexandre, demonstra que o povo reconhece a sua responsabilidade. Ótimo, parece ser um grande começo!

Nada mais liberal do que dar ao povo essa tão sonhada liberdade de escolher seus caminhos, decidir pelo que lutar, buscar a sua felicidade.

O liberalismo prega isto, dar o poder da mudança, de crescer, de gerar riqueza e de se expressar a quem realmente tem este direito, o povo.

 (Milton Friedmam, prêmio Nobel de Economia)

O máximo que devemos exigir do Estado é que os governos funcionem dentro de seus limites e que o Estado esteja longe de tanger o povo para uma mudança que só cabe ao próprio povo decidir seu caminho.

Como diria Milton Friedmam, “Geralmente a solução do governo para um problema é tão ruim quanto o próprio problema".

O vídeo do Alexandre, serviu pra demonstrar o quanto uma enorme parte da imprensa e alguns políticos, que não têm qualquer compromisso com a realidade dos fatos,  não faz a menor questão de se fazer totalmente de ignorante para poder ter artilharia ideológica, além de não ter qualquer vergonha em distorcer as palavras de um dos jornalistas mais gabaritados deste país.

Obrigado, Alexandre Garcia por nos mostrar, mais uma vez, quem está do lado certo da história.

 

Eduardo Passaia

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Postado às 15h45 | 31 janeiro 2020 | Eduardo Passaia

Ódio não tem cor

O juiz João Azambuja, da 11.ª Vara de Goiânia, absolveu um jovem negro, autodeclarado indígena, denunciado pelo MPF por racismo em publicações atacando pessoas brancas no Facebook em julho de 2018. Esses ataques disseminavam ódio e incentivavam a separação racial, atacando inclusive mulheres negras que casam com homens brancos. 

Na decisão, entre vários absurdos, o juiz, mesmo citando o artigo 20 da lei 7.716/89, que disserta sobre o crime de racismo e que não faz qualquer menção sobre cores e raças a serem privilegiadas, resolveu criar sua própria lei, onde brancos podem ser atacados e xingados a vontade, pois ele afirma que racismo reverso não existe, pois para ele branco não pode sofrer racismo. Para esta afirmação, ele dá como exemplos situações onde os brancos seriam privilegiados em detrimento dos negros, o que nem de longe eu discordaria, mas eu nunca teria a desfaçatez de usar algo do tipo para legalizar o racismo. Ele também levanta a falácia sobre genocídio das pessoas de cor negra, como um dos embasamentos. O magistrado mente descaradamente.

 

O Brasil viveu durante os últimos 17 anos o apogeu do famigerado marxismo cultural (que teve início no Brasil, nos anos 40), pregado por Antônio Gramsci, filósofo italiano, que preconizou que não se conseguiria mais a revolução socialista através das armas, mas sim pela ocupação da cultura, educação, imprensa e da justiça. Foi durante os governos do PT que tivemos a aplicação disto de forma mais contundente, com Lula usando a sua popularidade para difundir o discurso de ódio de negros contra brancos, de gays contra héteros, de pobres contra os ricos, de empregados com seus patrões, de filhos contra pais, enfim, tudo como pregava Gramsci.

Vimos há poucos dias que Ciro Gomes, teve sua caminhonete sequestrada pela justiça para pagamento de indenização ao vereador paulistano, Fernando Holiday, negro e gay, que o coroné chamou de "capitãozinho do mato", simplesmente porque Holiday não concorda com as políticas identitárias da esquerda que parece ter comprado os direitos de representação de algumas "minorias". Pergunte se algum movimento negro se levantou contra este ato covarde de Ciro?

A ideia de políticas afirmativas pode parecer linda, mas acaba por proporcionar casos esdrúxulos como o deste juiz, que ao invés de julgar aquilo que a lei de seu país manda, faz um malabarismo moral e ético para impor seu pensamento ideológico e odioso. Estas políticas parecem abrir espaços para ações de revanche, de vingança. Esta decisão estapafúrdia, simplesmente afirma que existe apenas um tipo de pessoa que comete determinado crime e que a mesma atitude considerada crime para uns, não o é para outros.

Eu estou enganado ou no iniciozinho de nossa constituição está escrito que todos são iguais perante a lei?

Este tipo de decisão é o resultado de ideias que nascem inocentes em cursos de humanas, onde todos acreditam estar mudando o Mundo, mas são apenas fantoches nas mãos de certos "educadores". Depois que essas inocentes ideias passam a ser cantadas em verso e prosa por pseudo intelectuais, a bala já saiu do revólver, virando políticas públicas e o resultado é o ódio cada vez mais exacerbado e o objetivo do marxismo cultural fica cada vez mais perto. Caos social.

Antídoto pra isso? Sim, temos. Pais, estejam mais próximos de seus filhos e não deixem passar nada que possam transformar seus filhos em potenciais geradores de ódio no futuro.

Nós, liberais, somos defensores incondicionais das liberdades individuais e do respeito total às leis, etnias, cores, sexos e religiões. Expor disseminadores de ódio como este juiz ou grupos que fingem lutar por igualdades, mas que na realidade o intuito é o de propagar uma vinganças através de privilégios que tiram oportunidades e direitos de inocentes, é um dever de cada um de nós que acredita que a paz todos devem ser iguais perante a lei.

No fim de tudo, uma coisa este juiz tem razão: não existe racismo reverso, existe apenas racismo e isto é crime. 

 

Eduardo Passaia

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Postado às 14h15 | 21 janeiro 2020 | Eduardo Passaia

Liberalismo sob ataque!

O liberalismo sofre ataques sistemáticos desde que suas ideias clássicas começaram a surgir, desde o séculoXVIII, apesar de seus fundamentos estarem fincados em ideias bem mais antigas. Foi assim nos tempos dos reis absolutistas, foi assim durante o período do nazifascismo europeu e socialismo soviético e é assim agora com governos populistas de direita e esquerda pelo mundo.

Estes ataques, hoje em dia, vem de todos os lados e impressiona o quanto são feitos sem qualquer embasamento factual.

Pela esquerda, os liberais são desumanos, seres de extrema direita e pessoas dispostas a tudo pelo lucro, sem respeito aos trabalhadores e suas controversas conquistas. Pela falsa direita, autoproclamada conservadora, seríamos a nova esquerda, com pautas progressistas (apesar de não encontrarmos uma única pauta desta comum a todos os liberais) e aliados de primeira hora de globalistas que querem dominar o mundo. Penso eu com meus botões, podem os liberais estarem mais corretos tendo estas duas alas extremas e populistas como opositoras de seus ideais?

"Ideias e somente as ideias iluminam as trevas".

- Ludwig Von Mises -

Vemos figuras como Carlos Bolsonaro, de uma dita direita, que já se mostrou um total desequilibrado, atacando os movimentos liberais pelo simples fato de não se deixarem levar pelo populismo pseudo conservador da ala ideológica do bolsonarismo. Já pelo lado da esquerda, uma figura como Marcelo D2, que seu legado será ensinar a importância da cultura da maconha a seu filho, dizer que vai fazer suásticas à faca nas testas dos liberais de direita. Oras, o que nós liberais fizemos de tão certo para que figuras deprimentes como estas nos odeiem tanto?

Me pergunto se não foram as ideias liberais de John Locke e Adam Smith que tiraram milhões e milhões da total miséria da era pré Revolução Industrial, transformando seres miseráveis e presos eternamente em suas classes sociais, em pessoas que puderam pela primeira vez na na história da humanidade, ter a chance de mobilidade social através da sua própris produtividade.

A única coisa que parece evidente é o quanto os extremos detestam a liberdade do cidadão, o direito deste decidir por si só e, sem a tutela estatal, tomar os próprios rumos expressando-se sem medo. É nisto que liberais acreditam e defendem desde sempre. É assim que nosso mundo ocidental se tornou referência de liberdade e prosperidade.

Ser contra os ideiais liberais é ser a favor do autoritarismo e não existe qualquer outra factível alternativa a isto.


 

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Postado às 14h00 | 19 janeiro 2020 | Eduardo Passaia

Cultura sem Robertos, Gilbertos, Goebdels ou Stalins

                           Cultura sem Robertos, Gilbertos, Goebdels ou Stalins.

 

Este evento grotesco protagonizado pelo demitido secretário da cultura, Roberto Alvim, serve para levantarmos várias pautas a serem discutidas. Todas com boa relevância e urgentes para definirmos de vez o caminho que queremos pro Brasil em questõds comoa  cultura.

Vejamos por exemplo a questão já abordada dos efeitos danosos de uma polarização populista de extremos, com fanáticos que se satisfazem com qualquer bobagem dita pelos líderes em questão.

Temos a imprensa que, como já escrevi em outros textos, já resolveu pelo lado que vai "apoiar", seja por má conduta ou pelo simples fato da maioria desconhecer totalmente o que está acontecendo. Presidentes e seus representantes citarem assassinos como Che, Stalin, Fidel, Maduro e tantos outros nunca feriram a vergonha dos brasileiros tanto quanto Goebbels. Pra mim, não existe diferença entre as ideias, apenas que Che, Stalin e os outros, juntos assassinaram muito mais que os nazistas.

Outro ponto importante é sobre a tão falada guerra cultural, que evidentemente existe, e que pende totalmente para a massificação cultural e escolar da esquerda. São décadas de ilimitada doutrinação em escolas, universidades, peças, filmes, música e por aí vai, sem que houvesse qualquer indignação da sociedade doutrinada. 

A minha pergunta é: o remédio para tudo isto é termos a mesma dose do veneno no sentido contrário? Alguém realmente acredita que décadas de doutrinação planejada serão anuladas com verborragia barata? Com o lenga lenga cultural ofuscando o bom trabalho em áreas sérias como economia, segurança pública, infra estrutura, agricultura, o controverso meio ambiente, direitos humanos…

O próprio governo tem levantado polêmicas desnecessárias em nome desta guerra, não que não se deva entrar em bolas divididas, mas não vislumbro sequer um único projeto da esquerda que não seja o anti bolsonarismo e são estas polêmicas que fazem a esquerda ter palco, ter visibilidade, algo que não teria sem as mesmas.

"A grande lei da cultura é esta: deixar que cada um se torne tudo aquilo para que foi criado capaz de ser"

 

- Thomas Carlyle -.

 

Agora a pauta mais interessante, e que foi deixada de lado no início do governo por conta de pressões, é a questão da necessidade ou não de uma secretaria ou ministério da cultura, que como se viu até hoje, acaba sendo escritório ideológico do governo de plantão. Até onde o Estado deve se meter com a cultura? Do mesmo jeito que o tresloucado Alvim deixou claro que a cultura seria usada em agenda pró governo Bolsonaro, sabemos que a cultura foi usada pró governos anteriores. Isto não é correto, principalmente que parte destes absurdos são custeados com dinheiro que deveria estar empregado na educação, saúde e na segurança do povo brasileiro. 

A cultura é a maior expressão de seu povo e não de seu Estado, do governo da hora ou de políticos populistas sejam eles de qualquer bandeira ideológica.

A maior benfeitoria para a cultura brasileira é o Estado se afastar dela, deixar que ela encontre seu mercado, encontre seu caminho, seus desafios e conquiste seus apoiadores, seus fãs, independente da grana pública para que realmente se fortaleça, sem subterfúgios que simplesmente jogam um véu sobre a verdadeira viabilidade desta cultura. Com a injeção de dinheiro público, com a decisão de quem merece ou não receber esta grana, temos um apartheid cultural logo no filtro inicial, separando a partir do julgamento de burocratas iluminados, quem terá a chance ou não de ser artista bancado por todos nós.

Que tal deixarmos a cultura andar com suas pernas, sem Gilbertos, sem Robertos, sem Stalins e sem Goebbels?


 

Eduardo Passaia

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