Ideias Livres

Postado às 11h15 | 27 fevereiro 2020 | Eduardo Passaia

Treta entre Danilo Gentili e Marquezine expõe a superficialidade do brasileiro.

Como foram de carnaval? Espero que tudo muito bem.

Vamos de fofoquinha de carnaval?

O Brasil realmente é um país a ser estudado de forma bem específica, pois nós somos o país onde o tuíte de um humorista, no caso o Danilo Gentili, sobre o corpo esquálido, eu diria até que quase doentio da Bruna Marquezine, ex namorada do Neymar, causa mais furor nas redes sociais, do que os absurdos cometidos pelos nossos políticos, pelos seu privilégios e privilégios de tantas outras profissões da elite do nosso funcionalismo público. Causa mais furor que vermos o Congresso com a faca no pescoço do executivo, tentando usurpar 30 bilhões de reais seu orçamento, realmente chantageando um outro poder democraticamente constituído

Pior que isto é que, todos, em busca da lacração ou de atacar o seu rival de opinião, neste caso o comediante Danilo Gentili, fazem questão de deixarem de lado alguns conceitos básicos. Vamos esquecer o tuíte do Danilo e principalmente que foi ele que escreveu. Até porque, como disse aqui há alguns dias, o importante pro politicamente correto, não é o que se escreve, mas quem escreve.

Quem viu a foto da atriz, sabe muito bem que realmente ela está com cara e corpo de doente. Que se aquilo não for uma nova personagem, sim , ela tem sérios problemas.

Existem inúmeras questões ligadas à questão do corpo, dos padrões de beleza impostos pela sociedade, mas eu tenho certeza que não é dizendo que a mulher deve ser como ela quiser que estes problemas serão resolvidos. Principalmente porque saímos da lacração pura e simples e entramos na saúde das pessoas.

Vemos todos os anos, nos verões, algumas pessoas bradando que "vai ter gorda na praia, sim", como se fossem proibidas pessoas gordinhas na praia. Ou o "vai ter mulher na política". Oras, para as mulheres entrarem na política, basta elas desejarem, afinal elas são bem mais competentes que nós em tudo, por que não haveriam de ser na política também?

O que ninguém fala é que a obesidade e anorexia são doenças sérias. Que sim, o correto é buscarmos corpos saudáveis ao invés de fazermos apologias a estereótipos que trazem malefícios à saúde. Claro que cada um faz o que quiser com seu corpo, em termos de saúde, mas daí a ficarem enaltecendo este tipo de atitude, este tipo de hábito, não me parece algo lá muito inteligente. Obesidade e, principalmente a anorexia, doença muito mais psicológica do que física, matam.

No final das contas, ficam duas coisas pra gente pensar por aqui.

Primeiro: que tal sermos menos politicamente corretos quando a questão passa a ser a saúde e deixarmos de lado a lacração? E segundo: brasileiros, estamos na hora de sermos um pouquinho mais inteligentes. Afinal, até quando quando vamos entrar na pilha de um humorista? Pra mim, é o fim da picada, alguém discutir com piadas.

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Abraços a todos e estamos Sempre em busca da liberdade.

 

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Eduardo Passaia

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Postado às 09h15 | 21 fevereiro 2020 | Eduardo Passaia

Brasileiros, não temam a liberdade!

             

Li-ber-da-de.

O que vocês entendem por liberdade, meus amigos?

Pensem em um conceito aberto, com inúmeras interpretações e formas de pensar e viver, né não? Mas podemos simplificar e dizer que a liberdade é a capacidade de agir por si só, de ter autonomia de decidir a sua vida.

Para nós, liberais, o conceito de liberdade é a essência de nossa ideologia. Como diria Leon Tolstoi, a liberdade não é um fim em si mesma, mas uma consequência. Consequência de atos e de pensamentos que busquem menor dependência.

Acreditamos que a liberdade é conseguida através dos direitos individuais plenos, como o direito à vida, direito à propriedade privada, livre comércio e liberdade de expressão, por exemplo. Mas para nós brasileiros, a liberdade é algo que todos almejam, porém quando postos face a face com a dita cuja, pensem num medo desgraçado?

Existem motivos para isto?

O Brasil foi colonizado por uma nação extremamente paternalista e por isto sempre depositamos as nossas esperanças em ídolos políticos. Sempre foi assim e continuamos neste mesmo caminho. Fomos doutrinados a acreditar que seres mitológicos em forma de políticos devem dizer o que somos, como somos e o que fazemos. Acreditamos piamente que o gerador de praticamente todos os problemas sociais que conhecemos, o Estado, será "quem" terá o poder de resolvê-los.

Friedmam dizia exatamente que não, que o Estado só tende a piorar os problemas criados por ele mesmo.

Liberdade no liberalismo, significa mais cidadão e menos Estado, menos governo, menos leis…

Nós brasileiros, julgamos um deputado ou senador pela quantidade de leis aprovadas e isto é uma total insanidade, principalmente em um país onde quinhentas normas por dia, POR DIA, foram criadas desde a promulgação da Constituição de 88. Constituição esta, que podou totalmente a capacidade do cidadão comum brasileiro de lutar por si só, dando aos políticos, burocratas e elite corporativista pública e privada, todo o poder e o privilégio de decidir a vida do seu povo.

O Brasil ocupa a vergonhosa posição de número 150, entre 159 países em liberdade econômica, ficando atrás de países como Congo, Gâmbia e Guiné. Sabemos que os países mais liberais são aqueles com as populações mais ricas e, como é de conhecimento de todos,  não estamos nem perto de estar entre eles, o que não é de se espantar

Mas mesmo nesta tragédia existe coisa boa. O Brasil, após a saída de Dilma, melhorou 3 posições neste ranking e, com a MP da Liberdade econômica aprovada há poucos meses pelo governo Bolsonaro, com as reformas da previdência, administrativa e tributária, tem chance de conquistar mais de 100 posições e virar um país onde o cidadão terá mais poder de decidir seu destino. Ser realmente livre e, com ganho de produtividade, realmente ter ganho real em bem estar.

A exigência constitucional de que o Estado brasileiro deve prover o bem estar social é utópica enquanto a produtividade do trabalhador brasileiro for uma das piores do planeta.

Não tenham medo da liberdade, meus amigos, pois todos nós temos a capacidade de decidir, sim, o que é melhor pra nós. Nunca deixe que senhores sentados em privilégios pagos por vocês decidam a sua vida.

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Tenham um ótimo carnaval, com muita liberdade, mas sempre com muita responsabilidade.

 

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Postado às 10h30 | 19 fevereiro 2020 | Eduardo Passaia

As redes sociais na defesa pela liberdade. Decreto autorrevogado.

            

Outro dia comemorei a vitória da liberdade quando o TST não reconheceu vínculo empregatício entre o UBER e os motoristas. Todo mundo ganhou com a decisão.

Hoje comemoro o poder das redes sociais em fiscalizar a sanha intervencionista de nossos governantes e com isto, impedir que a liberdade de empreender do cidadão sofresse outro ato hostil.

Para quem me acompanha, alerto sempre que temos que nos manter vigilantes, pois outras maneiras de ataques à liberdade surgem sempre.

E na segunda, poucos dias depois desta decisão do TST, eis que a prefeitura de Natal lançou um decreto inconstitucional, que instituiu uma taxa de R$ 50.000,00 para que empresas como Uber, 99, entre outras possam atuar na nossa querida cidade. E não pagasse pra ver, pois a multa era de até 1 milhão de reais.

Eu digo sempre que o Estado nunca deixa os empreendedores em paz. Parece até que os governantes acordam e pensam: como posso atrapalhar um pouco mais a vida do empreendedor?

Este tipo de taxa atrapalha quem já está no mercado, pois evidentemente que este custo será repassado ao cliente final, mas pior que isto, inviabiliza que novas empresas surjam, impedindo que a concorrência cresça e sabemos que onde tem concorrência livre, benefícios aos clientes aumentam.

Hoje, são mais de 8.000 famílias que são sustentadas por este tipo de trabalho. Trabalho este que alguns tentam desvalorizar, mas que veio pra ficar, pois traz qualidade no emprego, liberdade pro empreendedor, pois ele decide a hora que trabalha, como trabalha e que tipo de serviço vai oferecer a seu cliente e, mais que isto, dignidade. 

A tecnologia nos trouxe estas plataformas que ligam consumidores aos fornecedores dos serviços de maneira simples e de qualidade, onde eu, cliente final, qualifico o trabalho do motorista e tenho o poder de decidir que tipo de serviço vou escolher. Tudo sem qualquer intervenção estatal, ou pelo menos com a menor intervenção possível. E é exatamente por isto, que deu certo no mundo todo.

Nada mais liberal que isto.

Um decreto como este pode fazer com que muitos motoristas tenham que deixar seu trabalho de lado e voltar pra fila do emprego. Lembrando que a câmara dos vereadores já tentou cercear de várias maneiras os aplicativos, mas o bom senso e a vigilância das redes sociais conseguiram inibir a sanha intervencionista de várias propostas que tramitavam por lá. Algumas bem bizarras, como aquela que queria regulamentar a higiene do motorista. Sim, a higiene.

Que bom que o Prefeito entendeu, graças a pressão de todos nós, graças ao poder das redes sociais, que ninguém aguenta mais taxas e impostos e revogou seu próprio decreto.

Mais uma vitória da liberdade e da vigilância. Parabéns a todos!

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Postado às 10h30 | 18 fevereiro 2020 | Eduardo Passaia

Carnaval e o politicamente correto.

Meus amigos, pra muitos o carnaval já começou tem alguns dias.

Muitos bloquinhos pela cidade, bandinhas e trios, né?

Mas tem uma coisa chatíssima nesta época.

Há pelo menos uns 3 ou 4 anos, temos o mesmo lenga lenga com relação às marchinhas, fantasias, máscaras, enfim, a bobageira bateu forte no carnaval.

O politicamente correto é uma praga que veio para ficar, minha gente.

Se você cantar "Olha a cabeleira do Zezé" ou "Maria Sapatão", vem gente te apontando o dedo e te chamando de homofóbico; se alguém for pego cantando "O teu cabelo não nega mulata", vão querer prender esse cara por racismo e ainda vão dizer que existe a sexualização da figura feminina. 

Oras, e as funkeiras que exaltam que o tal empoderamento feminino está todo no sexo? Mas que claro, aqueles mesmos que atacam as marchinhas, protegem este gênero musical (desculpem pelo musical), alegando ser algo cultural e da liberdade de expressão da comunidade.

Te dizem agora, que é errado se pintar de negro, ou se vestir de índio (outro dia uma amiga tentou me corrigir, dizendo que eu deveria escrever: indígena), ou homem se vestir de mulher.

Determinadas máscaras também não podem, pois ofendem de alguma maneira, alguma pessoa que teria algum problema.

Acho que já cansou essa balela de que nada pode porque ofende a hipersensibilidade de uma geração cheia de mimimi, que não pode escutar ou ver nada que não seja totalmente de acordo com aquilo que acreditam ser o correto.

Fora o sequestro das narrativas sensacionalistas de que tudo está inserido num contexto de racismo, de homofobia ou de misoginismo.

Algumas marchinhas realmente tem péssimo gosto, mas não se pode colocá-las como racistas em si ou como degradadoras das mulheres. São músicas centenárias que demonstram muito da cultura da época e que, se você acredita estarem erradas, pense em como escutá-las hoje, pode ser um alerta de como estamos evoluindo.

Esta coisa de fantasias e máscaras chega a um nível extremo de alucinação estúpida coletiva. 

O politicamente correto, na falsa intenção de acabar com conceitos e preconceitos é o maior promotor disto que finge combater. Ele virou uma ditadura onde o mais importante não é o que se diz, mas sim quem diz.

Se você está no grupo que sequestrou a primazia sobre o bem, você está liberado pra tudo, pra ofender, pra atacar, pra agredir, pra cuspir, enfim, você está protegido sob o manto de ser politicamente correto e estar do lado correto da história, lado correto entre aspas, tá? E ai de quem exigir uma equidade entre tratamentos.

Do jeito que vai, daqui a algum tempo, teremos o carnaval com pessoas quietinhas, meditando, ouvindo apenas músicas que exaltem a natureza, sem mencionar seres humanos, pois sabe como é, podemos ofender alguém entre os bilhões que vivem na Terra.. Ah, e todas vestidas de branco, ops, de branco não, pois talvez isto seja ofensivo demais, me desculpem.

Bom carnaval!

 

Escute o episódio "Politicamente Correto" no meu podcast Livres Ideias:

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Postado às 16h30 | 17 fevereiro 2020 | Eduardo Passaia

Lula e o Papa

Amigos, muita gente me perguntou sobre o que eu achava da visita do Lula ao Papa e acredito que a gente tenha que separar muita coisa neste assunto.

O Vaticano é um país e o Papa é seu chefe de estado, e como tal tem suas tarefas, sendo uma delas a de receber alguns chefes de Estado, mas Lula não é mais presidente do Brasil. Então, recebê-lo ou não foi decisão pessoal do Papa. Salientando que quando alguém comum visita o Papa, não visita o chefe de estado do Vaticano, mas sim o líder da gigante religião católica. Esta é a diferença em tudo.

Este mesmo Papa recebeu a visita de ditadores que deliberadamente assassinaram sua população, assim como Maduro, presidente da socialista Venezuela, onde seus habitantes, que não conseguiram fugir da fome e da perseguição política para países vizinhos, acabaram matando seus cachorros de estimação e animais do zoológico para se alimentarem. 

Todos sabem da predileção de Jorge Bergoglio pelo socialismo e por estes seres desprezíveis. Isto vem desde a época da terrível ditadura argentina, onde Bergoglio teve um papel, no mínimo controverso.

Quem não se lembra dos sorrisos e afagos carinhosos quando ele esteve com Fidel Castro, assassino e ditador de Cuba durante 50 anos em detrimento da cara de pouquíssimos amigos com Macri, recém eleito presidente argentino à época. Como ficam os presos políticos de Cuba, santo Papa?

Jorge nunca escondeu seu amor pelos Kirchner, que levaram a Argentina à pobreza que se encontra hoje.

Foi este mesmo Papa que enviou uma carta em apoio a ex presidente condenada e impichada, Dilma Roussef.

Acredito que como líder de uma religião como a católica, que prega a justiça e amparo ao pobres, escolher receber em visita, um corrupto condenado em três instâncias, com mais quase uma dezena de processos a serem julgados, todos por roubarem esses mais pobres, tenha sido um erro enorme para aqueles que acreditam nos princípios e valores do catolicismo.

Vocês poderiam me questionar: mas Passaia, os católicos tem o perdão como um destes valores, não?

Aí eu respondo que vocês tem razão com relação ao princípio, mas para haver o perdão, o pecador deve se confessar pecador, não é isso?

Se bem me recordo, não foi o próprio Lula que disse que não deveria fazer qualquer tipo de autocrítica? Oras, o cara se aliou aos mais ricos do país para assaltar os mais pobres e foi condenado por isto. Se Lula não se confessa, não pode ser perdoado e se não pode ser perdoado, por que raios o Papa recebeu este ser inescrupuloso e ladrão dos mais pobres?

A mim, me parece estranho que um líder de uma religião que prega a liberdade, a justiça e a caridade, esteja sempre a favor de pessoas como as citadas anteriormente.

Lembrando que o PT aproveitou esta visita para produzir uma fake news, prontamente negada pelo Vaticano, de que o Papa teria dado a benção dos inocentes ao Lula.

Nem o papa teria coragem para uma atitude desta.

Amigos, fico por aqui.

 

Escute o episódio Lula e o Papa pelo Podcast

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Postado às 10h15 | 14 fevereiro 2020 | Eduardo Passaia

Felipe Neto, por que no te calas?

Vamos de Livres Ideias, módulo fofoca?

Muita gente conhece o youtuber Felipe Neto, né? Pois é, vamos falar sobre ele, hoje.

Felipe Neto é um rapaz enormemente bem sucedido em sua carreira, possuindo milhões de seguidores em seu canal no youtube, produtos licenciados como brinquedos, livros e outros badulaques, tudo movido pelo capitalismo, lucro e desejo de crescer. Como acredito que deva ser.

O cara deve ter trabalhado com muito afinco, se esforçado bastante, enfim, merecedor de seus milhões.

Mas e aí, o que tem ele?

Bem, nesta semana, o rapaz resolveu que deveria atacar os liberais brasileiros e distribuiu indelicadezas a torto e a direito para muitos deles.

Atacou a política econômica do governo Bolsonaro e do Ministro Paulo Guedes. Política esta que vem recuperando a economia do país, que tem trazido empregos, fazendo com que possamos ver uma luz no final do túnel, após governos de esquerda terem produzido a pior crise econômica de todos os tempos no Brasil, com sua sanha intervencionista que é algo que a história nos mostra ser sempre o resultado final destas aventuras keynesianas.

Atacou também os empresários brasileiros. Empresários que em sua gigante maioria é composta por pessoas que tiram no final do mês, no máximo dois salários mínimos. Tudo isto por conta de se discutir a obrigatoriedade das empresas terem microondas para os empregados esquentarem suas comidas. Se o Felipe fosse um rapaz estudado, com conhecimentos sobre a história e a economia, saberia que a generalização que ele faz é, no mínimo, estúpida. Todos sabem, ou pelo menos deveriam saber, que os verdadeiros liberais repudiam qualquer tipo de corporativismo, seja ele de funcionalismo público, sindicatos ou empresariais, que em conluiou com os outros dois, vetam a possibilidade do verdadeiro livre mercado, distorcendo a economia justa.

Olha, esta discussão não seria problema, não seria mais do que apenas outro esquerdinha caviar ignorando a história e o bem que o liberalismo, o livre mercado e o capitalismo trouxeram para a humanidade, se caso o público dele não fosse de jovens e crianças que, tendo ele como ídolo, acabam seguindo esta cantilena mentirosa e anacrônica.

Lembrando que ele mesmo já disse com todas as letras que usaria sua fama para doutrinar as crianças.

Sabe o que é mais engraçado em tudo isto? É que este jovem venceu na vida e se tornou milionário usando uma plataforma virtual que nasceu no antro liberal. Seus vídeos são publicados em um ambiente praticamente sem regulamentação, que paga ao empreendedor (ele no caso) por produtividade e resultados, com liberdade de expressão, até mesmo para falar as bobagens que ele diz. Não precisou pegar fila em secretarias de tributação e não precisou de alvarás ou vistorias de bombeiros, por exemplo. Tem algo mais liberal que isto?

Novamente vemos a hipocrisia na sua forma mais clara.

Felipe é apenas um cara ignorante que ficou milionário graças ao seu trabalho, isto é, graças ao liberalismo, atacando o liberalismo, para impedir que outros possam ter o mesmo destino que ele. O liberalismo é o único meio de pessoas, como o Felipe, conseguirem sair do total ostracismo e se tornarem ricos.

Felipe Netto, por que no te calas?

 

Eduardo Passaia

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