Ideias Livres

Postado às 10h30 | 19 fevereiro 2020 | Eduardo Passaia

As redes sociais na defesa pela liberdade. Decreto autorrevogado.

            

Outro dia comemorei a vitória da liberdade quando o TST não reconheceu vínculo empregatício entre o UBER e os motoristas. Todo mundo ganhou com a decisão.

Hoje comemoro o poder das redes sociais em fiscalizar a sanha intervencionista de nossos governantes e com isto, impedir que a liberdade de empreender do cidadão sofresse outro ato hostil.

Para quem me acompanha, alerto sempre que temos que nos manter vigilantes, pois outras maneiras de ataques à liberdade surgem sempre.

E na segunda, poucos dias depois desta decisão do TST, eis que a prefeitura de Natal lançou um decreto inconstitucional, que instituiu uma taxa de R$ 50.000,00 para que empresas como Uber, 99, entre outras possam atuar na nossa querida cidade. E não pagasse pra ver, pois a multa era de até 1 milhão de reais.

Eu digo sempre que o Estado nunca deixa os empreendedores em paz. Parece até que os governantes acordam e pensam: como posso atrapalhar um pouco mais a vida do empreendedor?

Este tipo de taxa atrapalha quem já está no mercado, pois evidentemente que este custo será repassado ao cliente final, mas pior que isto, inviabiliza que novas empresas surjam, impedindo que a concorrência cresça e sabemos que onde tem concorrência livre, benefícios aos clientes aumentam.

Hoje, são mais de 8.000 famílias que são sustentadas por este tipo de trabalho. Trabalho este que alguns tentam desvalorizar, mas que veio pra ficar, pois traz qualidade no emprego, liberdade pro empreendedor, pois ele decide a hora que trabalha, como trabalha e que tipo de serviço vai oferecer a seu cliente e, mais que isto, dignidade. 

A tecnologia nos trouxe estas plataformas que ligam consumidores aos fornecedores dos serviços de maneira simples e de qualidade, onde eu, cliente final, qualifico o trabalho do motorista e tenho o poder de decidir que tipo de serviço vou escolher. Tudo sem qualquer intervenção estatal, ou pelo menos com a menor intervenção possível. E é exatamente por isto, que deu certo no mundo todo.

Nada mais liberal que isto.

Um decreto como este pode fazer com que muitos motoristas tenham que deixar seu trabalho de lado e voltar pra fila do emprego. Lembrando que a câmara dos vereadores já tentou cercear de várias maneiras os aplicativos, mas o bom senso e a vigilância das redes sociais conseguiram inibir a sanha intervencionista de várias propostas que tramitavam por lá. Algumas bem bizarras, como aquela que queria regulamentar a higiene do motorista. Sim, a higiene.

Que bom que o Prefeito entendeu, graças a pressão de todos nós, graças ao poder das redes sociais, que ninguém aguenta mais taxas e impostos e revogou seu próprio decreto.

Mais uma vitória da liberdade e da vigilância. Parabéns a todos!

Aqueles que desejam conhecer mais conteúdos meus, me procurem no instagram, no @epassaia e no meu canal do youtube, Eduardo Passaia.

Todos os meus comentários daqui, também são encontrados no meu podcast Livres Ideias, no Spotify.

Abraços a todos e estamos Sempre em busca da liberdade.

 

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Eduardo Passaia

Consultor de empresa na área de tecnologia, turismólogo e liberal.

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Postado às 10h30 | 18 fevereiro 2020 | Eduardo Passaia

Carnaval e o politicamente correto.

Meus amigos, pra muitos o carnaval já começou tem alguns dias.

Muitos bloquinhos pela cidade, bandinhas e trios, né?

Mas tem uma coisa chatíssima nesta época.

Há pelo menos uns 3 ou 4 anos, temos o mesmo lenga lenga com relação às marchinhas, fantasias, máscaras, enfim, a bobageira bateu forte no carnaval.

O politicamente correto é uma praga que veio para ficar, minha gente.

Se você cantar "Olha a cabeleira do Zezé" ou "Maria Sapatão", vem gente te apontando o dedo e te chamando de homofóbico; se alguém for pego cantando "O teu cabelo não nega mulata", vão querer prender esse cara por racismo e ainda vão dizer que existe a sexualização da figura feminina. 

Oras, e as funkeiras que exaltam que o tal empoderamento feminino está todo no sexo? Mas que claro, aqueles mesmos que atacam as marchinhas, protegem este gênero musical (desculpem pelo musical), alegando ser algo cultural e da liberdade de expressão da comunidade.

Te dizem agora, que é errado se pintar de negro, ou se vestir de índio (outro dia uma amiga tentou me corrigir, dizendo que eu deveria escrever: indígena), ou homem se vestir de mulher.

Determinadas máscaras também não podem, pois ofendem de alguma maneira, alguma pessoa que teria algum problema.

Acho que já cansou essa balela de que nada pode porque ofende a hipersensibilidade de uma geração cheia de mimimi, que não pode escutar ou ver nada que não seja totalmente de acordo com aquilo que acreditam ser o correto.

Fora o sequestro das narrativas sensacionalistas de que tudo está inserido num contexto de racismo, de homofobia ou de misoginismo.

Algumas marchinhas realmente tem péssimo gosto, mas não se pode colocá-las como racistas em si ou como degradadoras das mulheres. São músicas centenárias que demonstram muito da cultura da época e que, se você acredita estarem erradas, pense em como escutá-las hoje, pode ser um alerta de como estamos evoluindo.

Esta coisa de fantasias e máscaras chega a um nível extremo de alucinação estúpida coletiva. 

O politicamente correto, na falsa intenção de acabar com conceitos e preconceitos é o maior promotor disto que finge combater. Ele virou uma ditadura onde o mais importante não é o que se diz, mas sim quem diz.

Se você está no grupo que sequestrou a primazia sobre o bem, você está liberado pra tudo, pra ofender, pra atacar, pra agredir, pra cuspir, enfim, você está protegido sob o manto de ser politicamente correto e estar do lado correto da história, lado correto entre aspas, tá? E ai de quem exigir uma equidade entre tratamentos.

Do jeito que vai, daqui a algum tempo, teremos o carnaval com pessoas quietinhas, meditando, ouvindo apenas músicas que exaltem a natureza, sem mencionar seres humanos, pois sabe como é, podemos ofender alguém entre os bilhões que vivem na Terra.. Ah, e todas vestidas de branco, ops, de branco não, pois talvez isto seja ofensivo demais, me desculpem.

Bom carnaval!

 

Escute o episódio "Politicamente Correto" no meu podcast Livres Ideias:

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Postado às 16h30 | 17 fevereiro 2020 | Eduardo Passaia

Lula e o Papa

Amigos, muita gente me perguntou sobre o que eu achava da visita do Lula ao Papa e acredito que a gente tenha que separar muita coisa neste assunto.

O Vaticano é um país e o Papa é seu chefe de estado, e como tal tem suas tarefas, sendo uma delas a de receber alguns chefes de Estado, mas Lula não é mais presidente do Brasil. Então, recebê-lo ou não foi decisão pessoal do Papa. Salientando que quando alguém comum visita o Papa, não visita o chefe de estado do Vaticano, mas sim o líder da gigante religião católica. Esta é a diferença em tudo.

Este mesmo Papa recebeu a visita de ditadores que deliberadamente assassinaram sua população, assim como Maduro, presidente da socialista Venezuela, onde seus habitantes, que não conseguiram fugir da fome e da perseguição política para países vizinhos, acabaram matando seus cachorros de estimação e animais do zoológico para se alimentarem. 

Todos sabem da predileção de Jorge Bergoglio pelo socialismo e por estes seres desprezíveis. Isto vem desde a época da terrível ditadura argentina, onde Bergoglio teve um papel, no mínimo controverso.

Quem não se lembra dos sorrisos e afagos carinhosos quando ele esteve com Fidel Castro, assassino e ditador de Cuba durante 50 anos em detrimento da cara de pouquíssimos amigos com Macri, recém eleito presidente argentino à época. Como ficam os presos políticos de Cuba, santo Papa?

Jorge nunca escondeu seu amor pelos Kirchner, que levaram a Argentina à pobreza que se encontra hoje.

Foi este mesmo Papa que enviou uma carta em apoio a ex presidente condenada e impichada, Dilma Roussef.

Acredito que como líder de uma religião como a católica, que prega a justiça e amparo ao pobres, escolher receber em visita, um corrupto condenado em três instâncias, com mais quase uma dezena de processos a serem julgados, todos por roubarem esses mais pobres, tenha sido um erro enorme para aqueles que acreditam nos princípios e valores do catolicismo.

Vocês poderiam me questionar: mas Passaia, os católicos tem o perdão como um destes valores, não?

Aí eu respondo que vocês tem razão com relação ao princípio, mas para haver o perdão, o pecador deve se confessar pecador, não é isso?

Se bem me recordo, não foi o próprio Lula que disse que não deveria fazer qualquer tipo de autocrítica? Oras, o cara se aliou aos mais ricos do país para assaltar os mais pobres e foi condenado por isto. Se Lula não se confessa, não pode ser perdoado e se não pode ser perdoado, por que raios o Papa recebeu este ser inescrupuloso e ladrão dos mais pobres?

A mim, me parece estranho que um líder de uma religião que prega a liberdade, a justiça e a caridade, esteja sempre a favor de pessoas como as citadas anteriormente.

Lembrando que o PT aproveitou esta visita para produzir uma fake news, prontamente negada pelo Vaticano, de que o Papa teria dado a benção dos inocentes ao Lula.

Nem o papa teria coragem para uma atitude desta.

Amigos, fico por aqui.

 

Escute o episódio Lula e o Papa pelo Podcast

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Postado às 10h15 | 14 fevereiro 2020 | Eduardo Passaia

Felipe Neto, por que no te calas?

Vamos de Livres Ideias, módulo fofoca?

Muita gente conhece o youtuber Felipe Neto, né? Pois é, vamos falar sobre ele, hoje.

Felipe Neto é um rapaz enormemente bem sucedido em sua carreira, possuindo milhões de seguidores em seu canal no youtube, produtos licenciados como brinquedos, livros e outros badulaques, tudo movido pelo capitalismo, lucro e desejo de crescer. Como acredito que deva ser.

O cara deve ter trabalhado com muito afinco, se esforçado bastante, enfim, merecedor de seus milhões.

Mas e aí, o que tem ele?

Bem, nesta semana, o rapaz resolveu que deveria atacar os liberais brasileiros e distribuiu indelicadezas a torto e a direito para muitos deles.

Atacou a política econômica do governo Bolsonaro e do Ministro Paulo Guedes. Política esta que vem recuperando a economia do país, que tem trazido empregos, fazendo com que possamos ver uma luz no final do túnel, após governos de esquerda terem produzido a pior crise econômica de todos os tempos no Brasil, com sua sanha intervencionista que é algo que a história nos mostra ser sempre o resultado final destas aventuras keynesianas.

Atacou também os empresários brasileiros. Empresários que em sua gigante maioria é composta por pessoas que tiram no final do mês, no máximo dois salários mínimos. Tudo isto por conta de se discutir a obrigatoriedade das empresas terem microondas para os empregados esquentarem suas comidas. Se o Felipe fosse um rapaz estudado, com conhecimentos sobre a história e a economia, saberia que a generalização que ele faz é, no mínimo, estúpida. Todos sabem, ou pelo menos deveriam saber, que os verdadeiros liberais repudiam qualquer tipo de corporativismo, seja ele de funcionalismo público, sindicatos ou empresariais, que em conluiou com os outros dois, vetam a possibilidade do verdadeiro livre mercado, distorcendo a economia justa.

Olha, esta discussão não seria problema, não seria mais do que apenas outro esquerdinha caviar ignorando a história e o bem que o liberalismo, o livre mercado e o capitalismo trouxeram para a humanidade, se caso o público dele não fosse de jovens e crianças que, tendo ele como ídolo, acabam seguindo esta cantilena mentirosa e anacrônica.

Lembrando que ele mesmo já disse com todas as letras que usaria sua fama para doutrinar as crianças.

Sabe o que é mais engraçado em tudo isto? É que este jovem venceu na vida e se tornou milionário usando uma plataforma virtual que nasceu no antro liberal. Seus vídeos são publicados em um ambiente praticamente sem regulamentação, que paga ao empreendedor (ele no caso) por produtividade e resultados, com liberdade de expressão, até mesmo para falar as bobagens que ele diz. Não precisou pegar fila em secretarias de tributação e não precisou de alvarás ou vistorias de bombeiros, por exemplo. Tem algo mais liberal que isto?

Novamente vemos a hipocrisia na sua forma mais clara.

Felipe é apenas um cara ignorante que ficou milionário graças ao seu trabalho, isto é, graças ao liberalismo, atacando o liberalismo, para impedir que outros possam ter o mesmo destino que ele. O liberalismo é o único meio de pessoas, como o Felipe, conseguirem sair do total ostracismo e se tornarem ricos.

Felipe Netto, por que no te calas?

 

Eduardo Passaia

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Postado às 19h15 | 11 fevereiro 2020 | Eduardo Passaia

Oscar, Petra e muita cara de pau.

Todo mundo falou do Oscar, então quem sou eu pra deixar de dar meu pitaquinho, também.

Óbvio que eu teria que escolher o pseudo documentário Democracia em Vertigem, da diretora e herdeira da empreiteira Andrade Gutierrez, Petra Costa, empresa essa que está enterrada até o pescoço na Lava Jato.

Deixo em destaque a palavra pseudo, porque em todas as definições que busquei sobre o que é um documentário, todas elas sem exceção relacionam o objeto em questão a um documento, à história e principalmente à verdade.

Creio que isto seja importantíssimo de mencionar, pois meu texto todo é baseado na premissa de que a verdade não tem versões e, se a verdade não tem versões, ela é única e sendo única não permite interpretações, principalmente com intenções politicamente estapafúrdias.

Como um documentário se presta a falar sobre impeachmeant e não menciona as 6 milhões de pessoas nas ruas de todo o Brasil em um único dia, se manifestando a favor do afastamento da presidente?

Como falar em impeachmeant sem mencionar que as campanhas de Dona Dilma foram regadas com R$1,2 bilhão de nossa grana, desviada através do maior esquema de corrupção de toda a humanidade?

Como falar de impeachmeant e ter a cara de pau de incluir o PSDB junto com os  movimentos como MBL, Vem pra Rua, entre outros? Oras, quem não se lembra do Aécio falando pro PSDB não entrar na campanha pró impeachmeant?  Quem não se recorda dos políticos, incluindo o próprio Aécio, sendo escorraçado das manifestações?

Querem mais?

A diretora esquece de falar da crise econômica, omite o julgamento do Tribunal de Contas Federal, mente sobre o julgamento do Lula e sua falsa rapidez, esquecendo que hoje ele é condenado em 3 instâncias em um destes processos, enfim, um corrupto que ela tenta transformar em heroi. Hoje, Lula não ganharia pra síndico de prédio.

Poderíamos mencionar inúmeras outras inverdades e distorções da realidade por parte da Petra, mas não haveria espaça no espaço deste blog.

 

O documentário é falso e tenta empurrar para o Mundo uma narrativa sem pé nem cabeça, que pode enganar os menos esclarecidos, como foi falsa também a entrevista dada pela diretora para uma emissora de TV americana. Inventou absurdos e vomitou aberrações preconceituosas contra os evangélicos, para ficar em apenas um único exemplo. Por falar nesta questão dos evangélicos, me perguntei, diante das fotos de sua equipe, onde estariam os negros que ela diz, mentirosamente, que são rechaçados pelas igrejas evangélicas. Vai ver que uma índia nas fotos causa mais impacto, não é mesmo?

Não interessa se o filme é brasileiro ou não. Patriota algum pode torcer para algo que depõe contra a verdade e contra o próprio país.

Nunca esqueçamos que o golpe verdadeiro foi dado por Renan Calheiros e Lewandowski que cuspiram na nossa Constituição quando não retiraram os direitos políticos da criminosa Dilma.

O povo de Minas deu o recado que o Brasil inteiro adoraria ter dado, deixando Dilma Roussef bem longe de qualquer cargo público.

Este tipo de gente não tem a menor preocupação com a verdade quando em jogo está a sua ideologia morta.

 

Eduardo Passaia

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Postado às 09h45 | 10 fevereiro 2020 | Eduardo Passaia

Parasitas

Se alguém tinha alguma dúvida sobre qual é o jogo da imprensa main stream no Brasil, esta dúvida se acabou de vez nesta sexta, 07/02/20, quando as manchetes diziam que o ministro Paulo Guedes tinha chamado todos os funcionários públicos de parasitas.

Mentira deslavada!

Li praticamente todas as reportagens e em quase todas havia um estranho, mas coincidente esquecimento de mostrar o texto todo. Principalmente seu contexto.

Pros mais atentos e curiosos que foram atrás do discurso do ministro, ficou claro que ele falava da necessidade da reforma administrativa, onde ele expunha fatos que demonstravam a diferença entre o funcionalismo público federal e os trabalhadores da iniciativa privada, que no final das contas são os que sustentam toda a máquina estatal.

Guedes fez uma comparação das mais válidas, que demonstra que com os privilégios que se tem e com aumentos que chegam a serem 50% superiores aos da iniciativa privada, o próprio sistema do funcionalismo, que seria o parasita, estaria matando o hospedeiro, que seria o tesouro nacional, o governo, o Estado e óbvio, nós da iniciativa privada que como eu disse, bancamos toda a farra com o suado dinheiro de nossos impostos.

Guedes, como um ótimo liberal, aposta num Estado enxuto, sem privilégios e com  controle fiscal rígido, algo que é impossível diante do descalabro promovido pelos últimos governos, onde o quadro do funcionalismo cresceu enormemente, elevando assim o gasto com a folha, crescendo junto muitos privilégios que a classe trabalhadora privada nunca verá em suas vidas.

“A imprensa é muito séria, se pagar eles publicam até a verdade”.

- Juca Chaves -

 

A aposta do governo nesta reforma, visa termos meritocracia no funcionalismo, termos metas e conseguirmos obter o melhor daquilo que nossos impostos pagam.

Hoje não sobra mais grana para investimentos. Estamos falando de menos de 3% do orçamento.

Ficando assim, alguém duvida que o parasita mate o hospedeiro, que o carrapato mate o boi?

Este jogo da imprensa, de fazer de conta que não entendeu ou, mal e porcamente subverte o sentido das palavras, é perigoso e a meu ver sem volta, pois todos os dias as redes sociais desmoralizam os meios de comunicação. Cada vez mais, a imprensa tradicional tem menos influência na formação de opinião e representa menos ainda em relação a credibilidade. E que não me venham dizer que isto é perigoso, pois quem procurou este caminho foi a própria imprensa tradicional.

Mas fica uma pergunta pros funcionários públicos: afinal, quem realmente se sente ofendido de ser chamado indiretamente daquilo que não o é?

Para os bons funcionários públicos é ótimo que os parasitas se mostrem e que sejam banidos até ficarem apenas aqueles que respeitam o povo, que paga seus salários, ou não?

 

Eduardo Passaia

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