Ideias Livres

Postado às 10h30 | 02 dezembro 2020 | Eduardo Passaia

MORO, TRAIDOR E ANTI ÉTICO?

 

 

 

Muita gente ficou surpresa com a notícia de que o ex juiz e ex ministro da Justiça, Sérgio Moro, virou sócio de uma das maiores empresas jurídicas do Mundo. Empresa especializada em recuperações de grandes empresas.

Para quem se lembra de meus comentários sobre a saída do Moro do governo, vai recordar que eu dizia que ele nunca deveria seguir pela carreira política, algo que ele nunca afirmou ser sua intenção, e que deveria abrir uma consultoria mundial em compliance e ficar bilionário.

Foi isso que aconteceu ao ser chamado para ser sócio da americana Alvarez&Marsal.

Tudo que acontece com Sérgio Moro vira polêmica.

Dessa vez, juntaram-se finalmente  petistas e bolsonaristas, bem como a imprensa dolorida, para criticaR e tentar destruir a imagem do ex ministro. Mas claro que ninguém tem razão, primeiro porque Moro não deve explicação mais de sua vida pessoal a ninguém, principalmente a esses dois tipos de pessoas que sempre invocaram mentiras e calúnias sobre o ex juiz, amtes separados e por motivos diferentes, mas que agora estão bem juntinhos nas fake news e mais uma tentiva de assassinato de reputação e, segundo, porque ele não está fazendo nada de ilegal e nada de antiético como alguns bolsonaristas estão vociferando por aí.

Moro foi fritado nos seus últimos seis meses de governo Bolsonaro e saiu mostrando parte da traição a que foi submetido. Só para recordarmos aqui, lembremos do pacote anti crime, que por conta de uma aproximação do presidente da República com o Centrão, Jair Bolsonaro traiu Moro em seu principal projeto. Esse pacote foi destroçado pelo parlamento e quando chegou à mesa do presidente, onde ele, se seguisse tudo que pregou em campanha, deveria ter vetado várias partes dele. O que Jair fez? 

1- sancionou o juiz de garantias, com um pedido especial do ex ministro pelo veto e foi totalmente ignorado. Lembrando que essa emenda é do deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ), comunista, que o presidente jurou combater.

2- limitação de delação premiada. Com a sanção do presidente, uma Lava Jato hoje em dia, seria completamente impossível, ajudando assim, corruptos, milícias, traficantes e todo tipo de organização criminosa a qual o candidato Bolsonaro jurou combater.

3- impôs dificuldades para a prisão preventiva. Nem preciso comentar, né?

4- sanção de vários absurdos da Lei de Abuso de Autoridade.

Fora, é claro, a gota final que foi a intenção clara do presidente de mexer na Polícia Federal, que ficou notória em suas próprias palavras, que não iria esperar “f&der#m” seus parentes e amigos e que, caso não conseguisse trocar o superintendente, iria trocar até o ministro da justiça. Sem nos esquecermos do print que o presidente enviou para o seu ex ministro, onde ele mostrava que, para proteger seus deputados aliados, Moro deveria substituir o superintendente da Polícia Federal.

Nunca devemos nos esquecer que o Bolsonaro prometeu o ministério com “porteira fechada” para o Moro, onde ele, presidente, jurou que nunca interferiria em nada.

Creio que já basta para que a balela de que Moro saiu sem motivos do governo caia como mais uma narrativa estúpida.

Já sobre a petezada, entendo totalmente o ódio deles, pois Moro conseguiu aquilo que poucos acreditavam, desmontar a maior quadrilha brasileira. Nem preciso me estender mais.

Moro, ao aceitar a sociedade na empresa americana, deixou claro em seu contrato que não advogaria e não participaria de nada com empresas envolvidas na Lava Jato, o que acho uma tremenda besteira. A empresa em questão tem como cliente a Odebrecht e presta serviço em sua recuperação judicial, o que nada tem a ver com processos criminais na própria Lava Jato. A Alvarez&Marsal não atua advogando para a Odebrecht na Lava Jato.

Moro está assumindo a função de trabalhar para que as empresas clientes não participem de corrupção, para que elas tenham lisura e compliance em seus contratos com governos no Mundo todo.. Quer dizer, estão tentando detonar Moro por novamente fazer o certo, e agora, ganhar muito dinheiro com isso.

Só em um país onde a ignorância política e a polarização idiotizada imperam, que uma pessoa com formação impecável, trabalhos prestados de forma maravilhosa ao povo brasileiro (menos pra corruptos e amantes dos mesmos) e livre para tomar suas próprias decisões, resolve entrar na iniciativa privada para ganhar muito bem fazendo o que sabe e trabalhando para que empresas sejam melhores e não infrinjam a lei, pode ter gente tentando manchar sua biografia., chegando ao ponto de imputá-lo uma futura transgressão.

Nesse caso eu pergunto: qual régua essas pessoas estão usando?

 

Eduardo Passaia

 

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Postado às 10h00 | 20 abril 2020 | Eduardo Passaia

Prendam Gusttavo Lima

            

Hipocirisia, hipocrisia e hipocrisia…

Ratos oportunistas…

Pra mim é isto que vi nestes dias nas redes sociais, sobre a Live do cantor sertanejo, Gustavo Lima, que confesso, eu não sabia quem era, apenas que ele existia e nem fazia ideia do tamanho que este cara tem no mercado.

Novamente o politicamente correto ataca e, como sempre, ferindo apenas aqueles que não rezam em sua cartilha. Exatamente como já falei, roubando uma frase do grande humorista Danilo Gentilli: o politicamente correto não é sobre o que se fala, mas sobre quem fala.

A confusão se deu, pra quem não sabe, porque o Gustavo, patrocinado por uma cervejaria, fez uma live em sua casa e resolveu beber a tal da cerveja que o patrocina, além de um monte de outras bebidas. 

Acreditem, vários ratos apareceram para comer os restos da festa.

Um monte de jornalista que paga pau pra funkeiro maconheiro e cantora que canta com a bunda resolveu criticar o cara. Artistas dos mais variados tipos, também subiram no palco do cantor, aproveitando de sua imensa relevância, para tirar uma casquinha e aumentar o tamanho da hipocrisia.

Óbvio que isto também tem tudo a ver com a polarização estúpida que vivemos. O Gustavo é apoiador do Bolsonaro e aí a gente já sabe, né? Mídia+Artistas, óbvio que iriam detonar o cara.

Mas como explicar que artistas que saem em defesa da liberação das drogas ou feministas em favor do aborto, terem a cara de pau de atacar um cara que, dentro de sua casa, em seu canal de mídia social, que segue quem quiser, resolveu beber e cantar? 

Queria ver esses artistas terem a coragem de falarem mal do BBB, que toda semana tem festa, em rede nacional, com bebedeiras homéricas, cenas de pegação de todo jeito e aquele tal de Babu fumando o tempo todo?

Lembrando que sou a favor de que todos eles, TODOS, mesmo aqueles dos quais discordo, possam dar suas opiniões e defender o que quiserem, mas parece que o politicamente correto não age assim.

Enquanto esta gente posta videozinho em suas mansões, dizendo que ainda bem que está em casa, porque agora teve tempo de ajeitar a biblioteca, ou que lindo, porque posso ficar com meus filhos assistindo Netflix, pedindo para os mais pobres, que não tem grana pra comer direito, ficarem em casa, sem sair pra trabalhar e se tornarem miseráveis, o portal Renova Mídia informa que, "segundo o artista, as doações arrecadadas através da live já somam mais de 1 milhão de quilos de alimentos, 300 mil contribuições de álcool gel, 400 mil máscaras, 10 mil unidades de luvas, 200 matrículas em cursos na área da saúde e 10 unidades de cúpulas de intubação". Fora o valor em grana que passou dos cem mil reais arrecadados.

Como o cantor mesmo disse: se não quer ajudar, não atrapalha, caramba!

E tem mais. 

O CONAR, que é o Conselho Nacional de Auto Regulação de propaganda, uma associação civil, composta por profissionais de várias áreas e outra parte do próprio mercado publicitário, resolveu processar o cantor e a cervejaria por descumprirem as regras deste conselho, para mim, stalinista.

Se não é o Estado, temos um conselho de classe tentando censurar o que o cara faz em seu próprio perfil ou canal em uma rede social. Assim como o Estado, esses seres, que se imaginam abençoados por Deus, acreditam estar defendendo os coitados, incapacitados e, por eles imaginados, imbecis cidadãos do péssimo exemplo do rapaz e do mercado malvadão. 

Obrigado Gustavo Lima, por nos mostrar o tamanho da hipocrisia que existe em nosso país.

E cara, mesmo eu não gostando do tipo de música que vc faz, te faço um pedido. Erga esta bandeira contra esta raça que quer mandar na vida de todos.

Você tem força para ser um ícone da luta pela liberdade no Brasil. Garanto a você que muita gente começaria a entender o poder que a liberdade tem de mudar a vida das pessoas. Você tem um potencial enorme de ser um propagador das ideias de liberdade.

Fico por aqui, meus amigos, sempre em busca e na defesa da liberdade.

 

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Postado às 18h45 | 12 abril 2020 | Eduardo Passaia

O mercado não perdoa leis imbecis.

Nosso país é cheio de leis, mas cheio mesmo, de todos os tipo. Desde a Constituição de 1988, são 500 normas produzidas todos os dias no Brasil, mas as que mais aparecem são aquelas populistas, que jogam pra platéia, que pouco instruída, acaba achando tudo lindo e maravilhoso, mas não se atenta ao que vem por trás.

 

Quer ver?

Quem não acha legal saber que existe uma agência reguladora, cheia de leis e regulações, que cuida de nossa saúde, afinal é o Estado que tem este dever, né? Aí eu pergunto, como está a nossa saúde pública ou mesmo o atendimento dos planos de saúde?

 

Quem não acha legal termos uma agência reguladora, cheia de leis e regulações, para os serviços serviços de telefonia? Afinal, o Estado tem que prezar pelos serviços que pagamos, mesmo estes serviços sendo privados, né? Aí te pergunto: como andam os serviços de telefonia e de internet no Brasil?

Posso te dar centenas de exemplos, onde as leis apenas atrapalham e tiram a possibilidade de concorrência, de melhores serviços e muitas delas fecham o mercado como forma de proteção a grandes empresas.

Pois mais uma destas leis populistas, que como sempre parece ser bem intencionada, mas que guarda uma maldade enorme por trás, foi aprovada na Câmara federal e aguarda pela aprovação também no senado.

O texto desta lei proíbe que os consumidores que não pagarem suas dívidas com empresas possam ter seus nomes inseridos no SPC e no Serasa, durante o tempo da pandemia.

Oras, quem pode ser contra uma medida desta que protege aquela pessoa coitadinha que vai contrair dívida e não vai ter como pagar?

Eu sou. E todo o Partido Novo, também.

Antes de uma lei ser aprovada, aos políticos deveriam analisar todas as implicações que esta irá gerar. Como sempre, os políticos não ligam pra isto.

A casquinha desta lei é linda, mas quer ver onde estão os problemas?

Tanto o SPC como o Serasa surgiram para que os comerciantes, bancos e outras instituições de créditos possam analisar seus clientes para entender se podem ou não conceder créditos, melhorar ou aumentar as taxas de juros de determinados empréstimos ou financiamentos. Isto quer dizer, não apareceram para punir ninguém.

Se tanto o Serasa como o SPC perdem esta função de informantes desses dados pro mercado, o mercado vai se proteger de outra forma, claro.

-Mas como que o mercado vai fazer isto?

-Fácil

Primeiro: aumentando os juros e a entrada inicial dos financiamentos e da concessão de créditos. Assim, garante uma parte do retorno desse financiamento.

Segundo: endurecendo mais as regras para conceder esses créditos, tornando muito mais difícil contratar financiamentos no mercado.

Aí você terá dois tipos de pessoas pagando este pato.

Primeiro: o bom pagador, aquele que tem suas contas todas bonitinhas, sem atraso, todas em dia, mas que vai precisar de uma grana extra para passar por este momento complicado.

Segundo: o mais pobre, ou seja, aquele que realmente vai precisar daquele empréstimo para sobreviver.

Aí você imagina, num momento como o que estamos passando, com apenas 5 bancos dominando 85% dos créditos no país, sem terem segurança para emprestar dinheiro, irão fechar as torneiras.

Quer dizer que, de uma lei que parece bonitinha, surge um problema muito maior.

Sem contar que para as empresas isto é um tiro no peito de quem já está se afogando, afinal com menos créditos disponíveis no mercado, as empresas vão vender menos, o que evidentemente acarretará em mais desemprego.

Pra deixar bem claro aqui: todas as vezes que o Estado resolver interferir nas relações privadas, relações individuais entre partes, veremos desequilíbrio e distorções, como sempre. Se as pessoas estão em dívida com as empresas, deixem que elas negociem, caramba! Mania que políticos, juízes e procuradores têm de achar que todos somos seres idiotas e incapazes.

Frederik Bastiat, pensador liberal francês, tem um livro de 1848 que fala sobre este tipo de “canto da sereia” de leis populistas. O Livro é “O que se vê e o que não se vê”. Vale muito a pena leitura.

Se o Estado brasileiro não estivesse preocupado em votar leis estúpidas como essa, fazer estádios, ter postos de gasolina, ter fábrica de camisinha, entregar cartas, ser monopolista de pesquisas em universidades, enfim, ser onipresente, talvez não estivéssemos passando por esta situação drástica na nossa saúde, que nada mais é, tal como segurança e educação, outro dever estatal que não passa de engodo e total utopia.

Lembrem-se que toda lei gera inúmeras consequências. Aquele objetivo inicial, normalmente é o que menos importa para o todo.

Fico por aqui, meus amigos, sempre em busca e na defesa da liberdade.

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Postado às 16h00 | 06 abril 2020 | Eduardo Passaia

Estupradores na rua, Mandetta frito e corona polarizado.

Estamos vendo pelo Brasil todo a soltura de presos, com o pretexto de proteção destes  por conta do Coronavírus. De verdade, não quero criticar de pronto a ação, já que não sou especialista, mas seria bom que algumas perguntas nos fossem respondidas.

Por exemplo: se não existem presos infectados, por que tirá-los da cadeia, onde já estão isolados e para que trazerem para o contato social? Pelo que sei, as visitas em cadeias foram suspensas logo no início do problema.

Outra dúvida: quais são realmente os presos que estão sendo soltos? Pergunto isso porque em matéria do O Antagonista e do G1, no Paraná, traficantes, homicidas e estupradores (um que estuprou a própria filha e outra criança) estão entre os 2500 beneficiados.

Cabe uma outra pergunta simples: quem vai se responsabilizar se um estuprador desses ou um homicida voltar a cometer tais crimes? O juiz que mandou soltar estes criminosos vai para a cadeia como co responsável?

Não custa perguntar, também: quem vai conseguir pegar esses caras de volta na hora que acabar a quarentena?

Outro assunto deste nosso comentário de hoje, é a fritura que se iniciou dentro do governo Bolsonaro, com participação do próprio presidente, em cima do ministro Mandetta. Pra mim, uma vergonha.

Olavo de Carvalho, aquele que a seita diz sempre ter razão, já pediu a cabeça do ministro e sabemos o que acontece com os fanáticos da seita. Olavo diz algo, automaticamente seus servos baixam as orelhinhas e fazem o que o "veio" manda. Já estão chamando o ministro de comunista, de traidor… aquelas idiotices que seus seguidores bradam contra qualquer um que ouse levantar uma voz dissonante com a do mito.

O vídeo do presidente dizendo que a caneta dele é poderosa, que tem ministros se tornando estrelas e que a hora deste ministro ainda não chegou é uma vergonha pra quem almeja ser um líder. Um líder de verdade, se orgulha dos feitos de seu liderados e não os ameaça de demissão apenas porque ele se tornou mais popular que seu líder.

Se Bolsonaro é macho o suficiente pra matar no peito o problema do Corona e não admite que seu ministro, escolhido por ser técnico está certo, demite o cara. Mostra que é macho mesmo. Agora, ficar de joguinho de ameaça, com videozinho chulo desses, é vergonhoso. Nem parece o mesmo cara que fez aquele ótimo discurso outro dia. Por isto que eu disse que esperaria que aquilo fosse verdade, em meu último vídeo, que deixo o link logo abaixo.

E desse assunto, a gente cai de novo na polarização imbecilizada que estamos vivendo.

O tal do equilíbrio, que seria uma palavra chave para este momento, passou bem longe do Brasil. Aqui, qualquer ação, de qualquer um é politizada. Um diz que o povo está sendo enganado pelos governadores, outros dizem que o outro é um genocida.

Vejam o caso do governador comunista, Flávio Dino, do Maranhão. Ele disse que o Bolsonaro já teria 300 mortes em sua conta. Mortes por Coronavírus. 

Para mim, um cara que, nesta semana, promoveu uma aglomeração gigantesca de pessoas na distribuição de alimentos para população, deveria estar preso e não apontando o dedos pros outros. Aconteceu o mesmo na Bahia, neste sábado.

No final das contas, temos dois lados totalmente mentalmente entorpecidos, que deixam de lado a inteligência e a racionalidade, para tentar interpretar os fatos ou buscar estudos que se adaptam às suas narrativas. Desacreditam aquilo ou quem que não cola na sua narrativa, atacando e eliminando e, por outro lado, enaltencendo aquilo que se encaixa com o que deseja transformar em realidade. Estudos e ciência, neste momento, virou secundário. Especialistas que são especialistas ainda estão perdidos, tentando decifrar os próximos acontecimentos, mas um monte de alienados políticos querem dizer pros outros o que está certo ou errado.

Pra mim não dá.

Prefiro ficar quieto, protegendo a minha família, saindo de casa apenas quando realmente necessário. E digo para aqueles que precisam sair pra ganhar seu pão e alimentar os seus, que o faça, mas com todo cuidado do mundo.

Fico por aqui, sempre em busca e na luta pela liberdade.

 

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Postado às 10h00 | 19 março 2020 | Eduardo Passaia

Faltam líderes políticos como exemplo.

      

Em tempos de coronavírus, o que mais se tem nas redes sociais ainda é a polarização. Antes de vermos as pessoas preocupadas verdadeiramente com os acontecimentos atrelados ao corona, temos gente preocupada com a próxima mitada, com a próxima lacrada.

Ontem foi dia de guerra de panelas… É muito pra mim.

Nunca o Brasil passou por algo parecido, com a necessidade verdadeira de que forças antagônicas se juntem e deixem de lado as diferenças ideológicas e políticas. O momento é de união.

Precisamos de líderes comprometidos em mostrar os caminhos corretos, as melhores ações e as atitudes mais coerentes. Líderes que liderem pelo exemplo.

Hoje soubemos que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, testou positivo para o vírus. Onde estava ele na noite de sexta feira? Estava em uma festa com 1300 convidados para a inauguração de uma nova TV de notícias. Junto a ele estavam Rodrigo Maia, Toffoli, Dória, Witzel e outras personalidades do mundo político. Estes são os mesmos que chamam Boslonaro de irresponsável?

Hipocrisia!

Mas vamos deixar Bolsonaro de fora? Não, não vamos.

Depois de chamar e "deschamar", sem muita ênfase, seus seguidores para uma manifestação de rua em sua homenagem, sua vaidade foi maior do que sua responsabilidade e resolveu sair para frente do Palácio e agradecer os manifestantes. Se abraçou, apertou mãos e tirou selfies. Tudo como manda o figurino populista, descumprindo as recomendações médicas e tudo aquilo que seus ministros pediram. Naquele momento, dez pessoas que o acompanharam em sua viagem aos EUA tinham contraído o vírus. Hoje já são dezesseis.

Uma irresponsabilidade. Uma molecagem.

Um líder deve se impor através de seus exemplos e o que vi naquele momento foi um bufão contrariando tudo que está posto e exposto pelo Mundo. Enquanto temos dezenas de países fechando fronteiras, com sistemas de saúde colapsando, o nosso presidente estava mitando.

Ele, até agora, parece não levar a sério aquilo que o mundo já provou sê-lo. Saímos de uma festa em praça pública no domingo, para nesta quarta, termos o Congresso vontando estado de calamidade pública, enviado pelo governo.

A oposição mais tosca e inoperante que já tivemos, não perde a chance de passar vergonha, também. Ao invés de propor algo decente, prefere atacar o governo com acusações estúpidas e canalhas, imputando culpas inexistentes com narrativas mentirosas, como sempre fizeram.

No final das contas, fica claro o vácuo que temos, há alguns anos, de líderes sérios e competentes que possamos realmente confiar em momentos cruciais como este. Precisamos de exemplos, precisamos de seriedade e não de mitagens e lacraçõe que trazem mais confusões do que soluções.

Enquanto tivermos esta polarização imbecil, estaremos sempre escolhendo entre figuras sem envergadura para cargos tão importantes.

Fico por aqui, sempre em busca da liberdade.

 

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Postado às 09h00 | 16 março 2020 | Eduardo Passaia

Congelamento de cérebros na OAB.

 

Congelamento de cérebros na OAB.

Este comentário foi baseado na postagem do Instagram da Alayde Passaia, o @alaydepassaianovo

Este negócio do novo Coronavírus realmente chegou chegando e já começou a mudar a  vida das pessoas. Uma das coisas foi a volta da procura por máscaras e álcool gel. Na maioria das farmácias, estes produtos já estão faltando, ou estão com preços muito maiores do que em dias normais.

Este é um movimento natural de quando existe uma busca, um desejo muito grande por determinado produto,mas sua produção não consegue suprir a demanda.

Economistas austríacos, como Friedrich Hayek, dizia que o preço é simplesmente uma mensagem. Sua função é a informação. Ou seja, neste momento, o preço mais alto das máscaras informa à indústria de máscaras que existe uma enorme demanda por seu produto. O que a indústria fará? Contratará mais trabalhadores, comprará mais insumos e produzirá mais. Esse mesmo preço alto diz aos clientes das farmácias que ou ele acaba usando as máscaras de maneira mais parcimoniosa ou poderá trocar por outros produtos equivalentes. No caso, por exemplo, todos estão comprando de forma desregrada as máscaras, mas poucos sabem que ela não tem eficiência alguma para quem quer se proteger, mas sim para quem já tem o vírus não passá-lo adiante.

Quando vem a OAB do Ceará, que nem de advogados entende, e clama por congelamento de preços por parte do Estado, nota-se que todas as aulas dadas pela história econômica não foram aprendidas.

Num congelamento, você retira do preço dos produtos a sua principal função que é a da informação e todos perdem as referências de produção ou de oferta, trazendo um desequilíbrio enorme entre a demanda e a oferta de produtos.

O primeiro passo da indústria, pouco tempo depois da decretação do congelamento, é o de parar de fabricar aquele produto, pois não tem ideia se existirá demanda ou pior, se cobrirá seus custos de produção.

Quem não se recorda dos fiscais do Sarney, que saíam pelos supermercados para conferir os preços das carnes, que rapidamente deixaram de existir nas gôndolas e passaram a ser compradas no mercado negro com valores muito mais altos.

É exatamente o que está acontecendo na Argentina agora e o que já vem acontecendo na Venezuela há tempos, com preços controlados pelo Estado socialista.

O que a OAB faz, é mais um desserviço ao povo brasileiro, algo que está virando habitual da entidade que se tornou uma entidade política fazendo politicagem.

Que fiquem enganando seus advogados, com sua reserva de mercado, e deixem a economia com quem entende.

Quem quiser conhecer mais conteúdos meus, me sigam no @epassaia, lá no Instagram e no meu canal do Youtube, o Eduardo Passaia.

Fico por aqui, sempre em busca da liberdade.

 

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