Saúde e Afins

Postado às 08h15 | 15 janeiro 2020 |

Cerveja e vinho: descubra qual agrotóxico está presente nessas bebidas

Sabe aquele brinde especial com os amigos? Aquele que marca bons momentos com quem a gente mais curte? Seja na praia ou no aconchegante inverno, cerveja e vinho, com certeza, acompanham bons momentos. Mas você sabia que elas contém agrotóxico?

Na MetLife acreditamos que é importante verificar os ingredientes em nossos alimentos com o objetivo de estarmos cientes da sua composição na hora de levarmos para a nossa mesa. Por isso, vamos mostrar para você qual tipo de agrotóxico faz parte de cervejas e vinhos:

As bebidas apresentam resíduos de glifosato. Ele é o mais utilizado em todo mundo e foi considerado como cancerígeno pelo Centro Internacional de Pesquisas sobre o Câncer, da Organização Mundial de Saúde.

Mesmo cancerígeno, ele continua sendo utilizado? 

Embora os estudos mostrem seu prejuízo no corpo humano, o glifosato é o mais utilizado no mundo. Esse agrotóxico é registrado em 130 países e tem sido aprovado para mais de 100 cultivos diferentes.

Para se ter uma ideia, um juiz da Califórnia condenou a Monsanto, fabricante de pesticidas a pagar uma indenização milionária a um jardineiro diagnosticado com um câncer terminal em razão do contato com o agrotóxico.

Como o glifosato aparece no vinho?

É possível que o glifosato surja nos parreirais orgânicos e biodinâmicos, de cultivos convencionais. Também é possível que a contaminação aconteça por ter sido retido nos solos depois da conversão do cultivo, assim, o veneno poderia ter permanecido “enraizado” por mais de 20 anos. 

Especialistas acreditaram que os níveis de glifosato encontrados não são necessariamente perigosos, mas os potenciais riscos são prejudiciais para a saúde.

O surpreendente nisso tudo é que o agrotóxico está em quase todos os tipos de cerveja. A pesquisa da Organização Mundial de Saúde constatou que entre 20 marcas de vinhos e cervejas, 19 possuíam vestígios de glifosato. Isso indica que mesmo os consumidores querendo evitá-lo devido aos seus efeitos na saúde, teriam dificuldades em fazê-lo.

Existe solução?

Vale ressaltar que muitos agrônomos afirmam que o produto é seguro e pode ser mantido até que seja substituído por uma nova tecnologia. Como o sistema amadurece com rapidez, a agricultura brasileira também evolui no mesmo nível de investimento.

Cuide-se!

Consumir bebida alcoólica pode ser bastante saboroso, mas busque saber os riscos do que você esteja depositando no seu organismo. Descubra se as marcas que você compra são de qualidade e fique atento em suas composições para evitar problemas futuros.  

Postado às 08h15 | 15 janeiro 2020 |

Depressão e redes sociais: veja como uma influencia na outra

Em um mundo cada vez mais moderno, conseguimos nos conectar com pessoas do outro lado do mundo com poucos toques na tela do celular. As redes sociais estão presentes em nossas vidas e nos permite interagir com outras pessoas de uma forma jamais vista antes. Mas você sabia que o uso excessivo delas pode causar depressão? As meninas que estão na adolescência são as mais vulneráveis.

Nós da Metlife trabalhamos para que sua vida seja plena, produtiva e próspera, de todas as formas. Para aprimorar seus conhecimentos, você vai saber mais sobre a relação entre redes sociais e depressão e como uma influencia na outra. Se o uso for excessivo, as consequência podem não ser as melhores.

Meninas são mais propensas à depressão

Há algum tempo, o uso das redes sociais tem sido associado a problemas como depressão e ansiedade, especialmente em adolescentes. Segundo um recente estudo norte americano, meninas entre 13 e 17 anos estão mais propensas a sofrer de depressão por causa do uso excessivo das redes sociais.

Para os pesquisadores, a causa da depressão em adolescentes por causa do uso das redes sociais tem a ver com a natureza desse uso. As garotas tendem a usar mais redes sociais como o Facebook, Snapchat e Instagram, que é mais baseado na aparência física, tirando fotos e comentando sobre elas.

Elas são bem mais conectadas do que eles

Outro ponto destacado pela pesquisa é o fato de que as meninas estão mais conectadas do que os meninos da mesma faixa etária. Cerca de 43,1% delas usam as redes sociais durante três horas por dia ou mais, enquanto os meninos representam 21,9%.

O problema é que quanto mais tempo os adolescentes passam nas redes sociais, maiores são as chances de desenvolver depressão e ansiedade. A questão que intriga os pesquisadores é saber se o uso excessivo das redes sociais pode causar sintomas depressivos ou se adolescentes que têm tendência à depressão usam mais esses aplicativos.

Uso excessivo de redes sociais não é recomendado

O maior relação entre as redes sociais e a depressão é o uso desenfreado. Algumas pessoas passam nada menos do que 8 horas diárias conectadas com as redes sociais. Segundo os médicos, isso pode ser extremamente prejudicial à saúde mental dos adolescentes.

Nas meninas, a depressão pode atacar com mais força ainda. Segundo a pesquisa, cerca de 45% delas já apresentou algum sintoma depressivo e ficava mais de 6 horas por dia navegando nas redes sociais, o que é bastante tempo.

Equilíbrio é a chave

É claro que usar as redes sociais é fundamental para uma socialização das pessoas e traz vantagens para todos. Mas a questão é o tempo que você passa nas redes sociais. A pessoas têm necessidades diferentes, isso é incontestável, mas o equilíbrio em tudo não deve ser ignorado. Redes sociais, às vezes, são viciantes e é aí que mora o perigo. Ter equilíbrio no uso delas faz mais bem do que mal, em todos os aspectos.

Se estar online várias horas por dia pode ser considerado um fator que torna mais provável o surgimento da depressão, ter parcimônia no uso delas é a primeira medida a ser tomada para se evitar o mal do século.

A Metlife sempre pensa no seu bem-estar e tranquilidade, em todos os aspectos. Oferecemos diversos tipos de seguros vida para que você e sua família fiquem resguardados de quaisquer eventualidades. Nossa equipe está sempre pronta para oferecer uma solução que mais se adequa às suas necessidades.

Postado às 08h00 | 15 janeiro 2020 |

Câncer de pele é o tipo mais comum do Brasil

Sol, mar, pele bronzeada são características típicas de quem adora o verão. Em meio a esse cenário, há uma doença que não combinada nada com a época do ano: o câncer de pele. Esse é o tipo de câncer mais frequente no Brasil e no mundo. Cuidados simples podem ajudar a prevenir, confira as dicas do dermatologista do Hapvida, Dr Arnóbio Pacheco.

“Evitar a exposição ao sol, principalmente nos horários em que os raios solares são mais intensos (entre 10h e 16h), bem como utilizar óculos de sol com proteção UV, roupas que protegem o corpo, chapéus de abas largas, sombrinhas e guarda-sol. O uso de filtro solar com fator de proteção solar (FPS) 15 ou mais é fundamental, principalmente quando a exposição ao sol é inevitável”.

De acordo com o dermatologista, os principais tipos mais são “câncer de pele melanoma que tem origem nas células produtoras da melanina, substância que determina a cor da pele, comum em adultos brancos e câncer de pele não melanoma mais frequente no Brasil, responsável por 30% de todos os casos de tumores malignos registrados no País”.

Os principais sintomas da doença são manchas pruriginosas (que coçam), descamam ou sangram; Sinais ou pintas que mudam de tamanho, forma ou cor e feridas que não cicatrizam em 4 semanas. Para que o diagnostico seja feito é necessário um exame clinico ou a utilização de uma “Dermatoscopia". Em alguns casos é preciso realizar uma biopsia.

O tratamento consiste na retirada da lesão, podendo ser indicadas, além de cirurgia, a radioterapia e a quimioterapia, conforme cada caso. Existe também a terapia fotodinâmica (uso de um creme fotossensível e posterior aplicação de uma fonte de luz).

Postado às 09h15 | 13 janeiro 2020 |

Dietas malucas - Como começar a ano fazendo a dieta certa

ieta do suco, com ou sem proteína, da sopa e todas as outras que são registradas pelos sites e revistas podem até funcionar, mas não de forma saudável e de forma eficaz. O nutricionista Alexandre Neves, do Hapvida Saúde, garante que esses regimes têm resultados instantâneos e não funcionam à longo prazo.

“As pessoas tendem a correr atrás do prejuízo do excesso e querem o emagrecimento rápido. Com isso, optam por dietas desconhecidas que geralmente resultam na satisfação do paciente, porém é tudo momentâneo. O ideal é o emagrecimento com bons hábitos e de forma saudável’’, destaca.  

A regra, segundo o profissional da saúde, é seguir pela orientação nutricional que irá indicar alimentos naturais, integrais, refeições equilibradas a cada três horas, frutas, verduras e proteínas. “ O lema é desembalar menos e descascar mais, com o intuito de diminuir a preferência quanto comidas industrializadas’’, enfatiza Alexandre Neves.

A alimentação deve ser aliada também com exercícios físicos, nesse objetivo a nutricionista menciona uma dica. “ Convidar alguma amiga ou parente para se exercitar com você, deixa esse momento mais descontraído. O importante é manter sua consulta com um profissional e seguir as orientações médicas’’, finaliza.

Postado às 10h00 | 03 dezembro 2019 |

Por que nossa barriga "ronca" quando estamos com fome?

Alguma vez você já sentiu sua barriga "roncar" e ficou imaginando o que poderia estar acontecendo? Muitas pessoas passam por esta experiência diariamente, especialmente quando estão com fome, mas poucas sabem o que isso realmente significa.

O famoso "ronco" do estômago recebe o nome técnico de borborigmo e é produzido pela peristalse - contração rítmica da musculatura involuntária gástrica e intestinal - ao movimentar o conteúdo destes órgãos (que costuma ser uma mistura de sólidos, líquidos e gases).

Dependendo de fatores como a intensidade das contrações, a composição do material dentro do trato digestivo e a presença ou ausência de estreitamentos ou obstruções, esse ruído pode variar em intensidade e timbre.

Além disso, é normal apresentarmos esses movimentos várias vezes durante o dia. Normalmente, eles aparecem após as refeições como parte do processo digestivo, que aumenta a motilidade gástrica e intestinal. Entretanto, mesmo quando estamos em jejum, temos essas contrações rítmicas sequenciais.

Estômago roncando de fome

Como muita gente já deve ter percebido, a fome também é um fator que pode estimular a motilidade do trato digestivo e causar os tais "roncos". Muitas vezes, esse barulho é percebido até mesmo durante a noite, quando os sons do ambiente que nos cerca são menores.

Isso acontece porque, quando o estômago está vazio, sem alimentos para absorver o som, podemos notar com mais clareza esses sons. O mesmo vale para quando temos uma maior presença de gases provenientes da fermentação bacteriana, por engolir ar ou pelo consumo de bebidas gaseificadas.

É importante ressaltar ainda que, em casos de obstrução no trato digestório, é comum a ocorrência de peristalse de luta (contrações vigorosas), tentando vencer a obstrução e produzindo sons altos e com timbre metálico.

Quando o "ronco" é um problema

Por outro lado, quando um médico escuta o abdome de um paciente com seu estetoscópio e não percebe nenhum som, isso pode ser sinal de uma doença grave como, por exemplo, alterações metabólicas ou uma fase tardia de obstrução intestinal.

Fatores que aumentem a fermentação de carboidratos pelas bactérias intestinais, como intolerância à lactose (primária ou secundária a doenças, como parasitoses), intolerância à frutose e intolerância ao glúten (doença celíaca) também podem ocasionar um borborigmo aumentado.

Além desses, a síndrome do intestino irritável ainda pode estar acompanhada de um aumento na quantidade de gases intestinais podendo, em alguns casos, cursar com um aumento na ocorrência de borborigmo.

Em resumo, é normal apresentarmos o famoso "ronco" no estômago e, em algumas condições normais, ele pode acontecer de maneira mais suave ou mais intensa. Porém, sua ausência total ou seu aumento exagerado podem ser sinal de doenças mais sérias, que precisam de tratamento médico. Portanto, fique atento aos seus borborigmos!

Postado às 09h45 | 03 dezembro 2019 |

O que ocorre no cérebro do bebê ao reconhecer a mãe? Exame revela

Imagens de uma ressonância magnética feita no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, em 2015, viralizaram recentemente. Isso porque o exame capturou o que acontece no cérebro de um bebê no momento exato em que ele reconhece sua mãe.

A ressonância foi feita com a neurocientista Rebecca Saxe, e seu filho quando tinha dois meses.

Na imagem, foi possível ver que o beijo no bebê causou uma explosão de ocitocina, o hormônio do amor. O carinho também liberou vasopressina, que liga as mães com bebês, e serotonina, o hormônio do prazer, que ajuda a regular o humor.

Cérebro dos bebês

O que parecia ser apenas uma imagem encantadora era parte de um estudo maior. "No meu laboratório, no MIT, usamos a ressonância magnética para observar o fluxo sanguíneo no cérebro das crianças. Lemos as histórias e observamos como a atividade cerebral muda em relação ao ambiente. Ao fazer isso, estamos investigando como as crianças reagem sobre os pensamentos de outras pessoas", explica Rebecca em seu artigo

Para essa pesquisa, os cientistas examinaram 17 bebês de 4 a 6 meses por 26 horas e descobriram que o córtex visual, parte do cérebro que processa todas as informações visuais, enfrenta o mesmo processo que os adultos. Isso sugere que essas funções cerebrais se formam durante os primeiros meses de vida.

Para escanear as reações cerebrais dos bebês, os pesquisadores mostravam a eles vídeos de crianças sorrindo ou cenas ao ar livre. As descobertas revelaram que muitas regiões do cérebro dos bebês mostravam a mesma preferência por cenas ou rostos, assim como no do adulto.

Importância do carinho para o cérebro dos bebês

Segundo uma pesquisa realizada pelo National Children's Hospital, crianças que recebem abraços e colo têm uma melhor resposta neurais a estímulos externos do que crianças que têm poucas interações afetivas com os seus pais.

Quando você abraça e demonstra carinho por seu filho, você o ajuda a ter mais confiança em si mesmo. Além disso, ao expressar afeto ao pequeno, você o faz sentir amado e acolhido, o que traz inúmeros benefícios para sua saúde física e emocional.

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