Saúde e Afins

Postado às 08h30 | 18 março 2020 |

Entenda o que é o mal súbito, suas causas e formas de prevenção

O mal súbito não é considerado uma doença, e sim um sintoma de diversos outros problemas que pode culminar, dependendo do quadro clínico, leva à morte súbita. Segundo dados de 2010 do Ministério da Saúde, o estudo estimou 212 mil vítimas de morte súbita ao ano no país. Em 2016, o número saltou para 320 mil, segundo a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas.

‘‘O mal súbito é a ocorrência de um sintoma, um mal-estar, um desconforto e que pode culminar, de acordo pela intensidade, à morte súbita que é aquela morte instantânea onde não há tempo do indivíduo chegar ao hospital dentro da primeira hora do primeiro sintoma’’, explica o cardiologista do Hapvida Saúde, Emerson Sena.

Nem sempre dá para evitar o mal súbito, isso porque ‘‘ em alguns casos a doença pode ser silenciosa e permanecer muitos anos e então a primeira manifestação pode ser dramática, levando a morte’’, esclarece o especialista. O ideal é manter a saúde em dia, evitar o estresse e tomar bastante água.

Em casos que o desconforto no peito começa a prolongar ou que o paciente nunca sentiu e passa a ter, principalmente, se a pessoa estiver com uma idade mais avançada ou tenha fatores de riscos, é essencial a busca pelo médico. ‘‘Apesar de prevalecer mais em idosos, esses sintomas vêm acometendo cada vez mais jovens, os motivos podem vim das doenças cardíacas ou genéticas’’, diz o cardiologista.

Em geral, o recomendado é consultar um médico, realizar exames preventivos, manter um estilo de vida saudável, incluindo cuidados com a alimentação, atividade física e atenção a condições como diabetes e obesidade. ‘‘O check-up é ideal fazer anualmente, mas para os indivíduos que têm doenças no coração, por exemplo, deve ser realizada a cada 6 meses’’, finaliza Dr Emerson Sena.

Postado às 08h15 | 17 março 2020 |

Aftas: o que são e o que fazer para evitar esse incômodo

Elas são pequenas, mas causam um grande incômodo. Um dos problemas bucais mais comuns, as aftas são inflamações na parte interna da boca que não têm causa definida, mas podem ser atribuídas a alguns fatores, como problemas no sistema imunológico. Em formato de pequenas feridas esbranquiçadas ou amareladas, elas aparecem na parte interna das bochechas, na língua e nos lábios e provocam dor e irritação.

Para nós, da MetLife, sua saúde e bem-estar vem em primeiro lugar. Por isso, listamos algumas dicas para evitar o aparecimento das dessas pequenas feridas e amenizar os seus sintomas.

Por que as aftas aparecem?

Especialistas afirmam que não existe uma causa definida, mas acreditam que alguns fatores podem estar relacionados ao surgimento das aftas. Problemas no sistema imunológico, estresse, alergias, refluxo gástrico, alterações hormonais, deficiência de algumas vitaminas, consumo exagerado de refrigerantes e alimentos condimentados, tabagismo e até fatores genéticos influenciam. A boa notícia é que as aftas não são contagiosas.

O que posso fazer para evitar as aftas?

Como não há uma causa determinada para o aparecimento das aftas, também não existe uma fórmula específica para evita-las.

Manter uma boa higiene bucal, com escovação frequente, uso de fio dental e bochechos com antissépticos, ajuda muito. Outra dica é consumir vitaminas que fortaleçam a sua imunidade, como vitaminas A, C, E e ácido fólico, juntamente com os minerais Zinco e Selênio. Os três últimos você pode solicitar ao médico como reforço através de medicação, e as vitaminas você encontra em diversos alimentos como verduras de folhas escuras, frutas cítricas, fígado, gema de ovo e óleos de peixes. Praticar atividades físicas e controlar o estresse também é recomendável, já que muitos especialistas relacionam as aftas a problemas emocionais.

Elas apareceram. E agora?

Quem já teve afta sabe que não é possível se livrar do problema de um dia para o outro. Elas costumam levar de 7 a 10 dias para desaparecerem, mas é possível amenizar o incômodo que provocam. Uma dica é ficar longe de alimentos muito picantes, ácidos ou salgados, já que a área da ferida fica muito sensível e você pode sentir ainda mais dores e ardência.

Bochechos com antissépticos naturais, como uma mistura de água e bicarbonato de sódio, podem ajudar. Também há medicamentos anestésicos, mas não use sem a recomendação do seu dentista.

Para manter a saúde bucal em dia visite o dentista regularmente. Nós, aqui da MetLife, nos preocupamos em criar 
planos odontológicos que atendam as mais diversas necessidades para que você encontre a sua melhor opção.

Postado às 08h15 | 17 março 2020 |

Dia Nacional dos Animais reflete sobre os cuidados com os pets

Os animais domésticos estão cada vez mais dentro de casa, ocupando espaços antes proibidos, como a cama de seus tutores, e ganhando espaço como membros das famílias. Apesar de ser uma realidade mais aceitável hoje em dia, nem sempre foi assim. Antes, mesmo sendo de estimação, muitos ficavam limitados aos quintais e áreas externas. Para celebrar essa proximidade entre humano e pets e reforçar a importância dos cuidados com eles, o Dia Nacional dos Animais é celebrado em 14 de março.

Um levantamento online realizado por Instituto Qualibest, com um total de 3.163 pessoas, mostrou que 70% dos que responderam têm animal de estimação. Deste total, 80% têm cães e 38% têm gatos. Ao serem perguntados se concordam totalmente com a afirmação de que tratam seus animais “como gente”, cerca de 54% respondem que sim.  

Categorizar os pets como membro da família faz bem. Segundo a psicóloga do Grupo Vila Beatriz Mendes, ter um animal de estimação possibilita bons ensinamentos principalmente para as crianças. “A experiência de ter um pet traz aprendizado, como cuidar e ter responsabilidades”, diz.

“Além disso, no momento da perda do pet, dependendo da forma como o adulto vai conduzir o momento, há uma oportunidade para que a criança aprenda mais sobre a morte e como vivenciar uma perda. Se isso for feito de modo cuidadoso, pode ajudar com as perdas durante os seus ciclos de desenvolvimento ao longo da vida”, explica Beatriz, que é especialista em luto.

Perder um animal é uma fase dolorosa para essa parcela da população que o trata como um familiar. De acordo com a psicóloga, esse momento requer atenção igual à perda de um amigo ou parente. “O luto por causa de um animal, na maioria das vezes, não é reconhecido. Muitos tendem a reduzir esse vínculo dizendo ‘não fica assim, é só um cachorro’, mas isso não é legal, pelo contrário, não ajuda e pode gerar ainda mais sofrimentos, como silenciamento, distanciamento e isolamento”, orienta.

Com diversidade de produtos e serviços, o mercado voltado para os animais no Rio Grande do Norte conta com uma alternativa de despedida com dignidade. Trata-se do Vila Pet, o primeiro crematório para animais do Estado. A iniciativa reforça que, nos sentidos ecológico e social, a cremação também é uma atitude responsável quando a morte do animal é causada por alguma doença com altos índices de contaminação como toxoplasmose, esporotricose, raiva e leptospirose, entre outras.

A psicóloga Beatriz Mendes explica que a ideia de realização de uma despedida é uma forma de validar a realidade da perda e uma oportunidade para que o tutor e demais pessoas que tinham vinculação com o pet possam construir uma despedia nos moldes que eles consideram importante e façam sentido para eles.

“O fato de se despedir de uma maneira que faça sentido para família e sentir que o momento da morte foi cuidadoso e respeitoso são fatores que podem contribuir para vivência do luto. Ainda que seja doloroso a ausência e que manifestações intensas de sofrimento possam surgir, compreender que a perda aconteceu, mas que foi possível construir uma despedida digna, cercada de cuidado e afeto são possibilidades de apaziguar, de amenizar um pouco essa dor que faz parte da vivência natural do luto. É uma forma delicada de honrar a relação e a história vivida com o pet”, finaliza Mendes.

Postado às 08h00 | 11 março 2020 |

De onde vem a prática vegana?

Diariamente somos bombardeados com diversas informações a respeito dos cuidados que devemos ter com a nossa alimentação. Para evitar os problemas de saúde provocados por uma alimentação inadequada, milhares de pessoas se tornaram adeptas ao veganismo.

Mas você sabe qual é a origem da prática vegana? A MetLife preparou esse artigo que vai responder a essa pergunta e mostrar as principais vantagens de adotar uma alimentação vegana.

O que é veganismo?

Na dieta vegana não é consumido nada que seja de origem animal como carnes, laticínios, ovos e até mel. Além disso, os veganos não usam nenhuma roupa cuja matéria-prima seja de origem animal, como o couro, por exemplo. A alimentação vegana está conquistando um número maior de adeptos em todo o mundo, por ser uma dieta extremamente saudável e sem nenhum tipo de gordura animal, que faz mal para nossa saúde.

Como surgiu a dieta vegana?

Por volta de 1944, foi criada a Sociedade Vegana foi criada pelo britânico Donald Watson e, desde então, transformou-se em um movimento político, ético e de estilo de vida. Mas em 1949, Leslie J. Cross,  acreditava que toda a sociedade precisava dar atenção especial para os direitos dos animais.

Por isso, na dieta vegana, foi proposto o fim do uso de animais para alimentação humana,  produção de mercadorias, trabalho ou caça. Ou seja, o princípio da prática vegana é não ter nenhuma relação com nada que seja de origem animal. O veganismo acabou tendo uma boa reputação dentro da sociedade que preza por boa saúde e está cada vez mais popular.

O veganismo não se restringe somente aos vegetais

Muita gente acredita que as pessoas que adotaram a prática vegana tem uma alimentação somente baseada nos vegetais, o que não é verdade. Pode até não parecer, mas o veganismo oferece diversas opções saudáveis, baratas e, principalmente, saborosas em seu cardápio.

Se você está pensando que um prato assado no veganismo é impossível, está completamente enganado. Existem alimentos de origem vegetal que podem substituir os ovos, a carne, a manteiga e até o leite, além de serem muito mais nutritivos para o organismo. O assado vegano, além de ser uma delícia, é liberado para pessoas que têm intolerância à lactose ou alergia ao ovo, por exemplo.

Sua saúde agradece

Segundo uma recente pesquisa norte americana, cerca de 90% dos adeptos ao veganismo estão dentro do peso ideal, não têm pressão alta, diabetes e elevados índices de colesterol. Além disso, eles apresentaram bem menos chances de ter câncer de intestino, câncer de próstata, doenças do coração e renais. Mais saúde, disposição e bem-estar no dia a dia!

Não é a toa que, cada vez mais, o veganismo está trazendo mais e mais pessoas para seu seleto grupo.

Postado às 08h00 | 11 março 2020 |

Coronavírus: saiba quando ir a uma unidade hospitalar

Com a chegada do Covid-19 no Brasil, vários estados já estão monitorando os pacientes com casos suspeitos e, por outro lado, a população também já está em alerta. Ainda não há remédios ou vacinas para o tratamento da doença e o mais indicado é adotar procedimentos de segurança e prevenção.

O coronavírus pertence a família de vírus chamada de Coronaviridae e tem causado doença respiratória. Esta família de vírus causa e resfriados e até infecções de maior risco à saúde humana e, este novo coronavírus, traz sintomas como coriza, tosse, dor de garganta, possivelmente dor de cabeça e a febre, que pode durar alguns dias.

Com o surto da doença na China, onde se concentram os maiores números de casos, algumas características estão sendo observadas por pesquisadores e especialistas. Luciana Duarte, infectologista do Grupo América, que faz parte do Sistema Hapvida, exemplifica que a maioria dos indivíduos que adoecem, evoluem com doença branda, semelhantes a um resfriado e se recuperam espontaneamente, apenas com medidas básicas de suporte, como hidratação e sintomáticos.

“Todavia, uma parcela dos indivíduos pode evoluir com doença grave, apresentando insuficiência respiratória (falta de ar) e óbito. Os números ainda estão em estudo, mas o que esses têm demonstrado e, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é que cerca de 20% das pessoas podem evoluir com doença grave e a letalidade ficaria em torno de 2-3%”, explica Luciana Duarte.

Atendimento médico

Silvia Fonseca, infectologista do Grupo São Francisco, que faz parte do Sistema Hapvida, afirma que primeiramente é preciso observar a gravidade dos sintomas. “Coriza, tosse, dor de garganta, dor de cabeça e febre baixa são sintomas que podem ser tratados em casa, essas pessoas não devem sair para evitar o contágio. No caso de sintomas mais fortes, como falta de ar, febre alta, tontura, desidratação e vômitos, essas pessoas devem procurar atendimento médico independente se tiveram contato com pessoas contaminadas”.

A infectologista ressalta que esse novo vírus traz mais danos às pessoas que já apresentam alguma doença ou em idosos. Nos outros casos, a doença é mais leve, e, para prevenir, são necessários os cuidados básicos, como higienizar bem as mãos, uso do álcool em gel, e reservar as máscaras apenas para pessoas com doenças respiratórias, principalmente em ambientes de aglomeração.

É importante reforçar que ir a uma emergência hospitalar sem estar com caso grave, o paciente pode correr o risco de adquirir outras infecções. Além disso, vale destacar a consciência de não disseminar a doença e de seguir as recomendações médicas e do Ministério da Saúde para evitar novas contaminações. Divulgar informações corretas evita alardes desnecessários para a população e as fakenews.

Prevenção

A infectologista Luciana Duarte diz que “os cuidados de prevenção de doenças infectocontagiosas devem sempre fazer parte do dia a dia de qualquer indivíduo, em qualquer época. Atualmente, com os casos registrados do coronavírus, algumas medidas têm sido reforçadas e se estendem à prevenção de qualquer infecção que tenha como formas de contágio as vias respiratória, fecal-oral e contato”. Abaixo, Luciana Duarte dá algumas dicas de prevenção que todos podem adotar:

• Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;
• Realizar lavagem frequente das mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente;
• Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
• Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
• Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
• Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
• Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
• Manter os ambientes bem ventilados;
• Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença;
• Evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações.

 

Postado às 07h45 | 04 março 2020 |

Como aliviar dor de dente até chegar na emergência odontológica?

Se você está sofrendo com dores nos dentes, precisa identificar quais são as causas desse problema e tratá-las o mais rápido possível. Na maioria das vezes, as dores nos dentes são causadas por cáries, traumas dentários ou outros problemas ocasionados por uma higiene bucal precária. Mas como aliviar dor dente até receber um atendimento odontológico emergencial? Fique ligado nas dicas que a MetLife preparou para você. 

Como aliviar dor de dente: bolsa de gelo

Se você está querendo saber como aliviar dor de dente, uma bolsa de gelo pode ajudar a amenizar o incômodo até a chegada no atendimento de emergência em uma clínica. Cubra a bolsa de gelo com uma toalha limpa e coloque-a no rosto próximo à região dolorida. 

O processo deve ser feito por 20 minutos ou pelo tempo que você suportar. O gelo é um potente anestésico e alivia dores em geral, principalmente as de dentes. Deixe a bolsa de gelo no rosto até você chegar na emergência odontológica.  

Como aliviar dor de dente: bochechos com água com sal

Essa também é outra boa dica sobre como aliviar dor de dente. Fazer bochechos com água morna e sal é uma das principais dicas para amenizar esse problema, que tanto incomoda. Essa solução auxilia na realização de uma boa higiene bucal e elimina os agentes causadores da dor. 

Pegue 1 litro de água morna e dilua 2 colheres de sopa de sal, misturando bem até o produto se dissolver por completo. Depois, faça bochechos constantes até a solução acabar, tenho o cuidado para não engolir o líquido, expelindo-o em seguida. 

Analgésicos também aliviam a dor de dente 

Caso você ainda esteja na dúvida sobre como aliviar dor de dente até a chegada na emergência odontológica, o uso de analgésicos ou anti-inflamatórios podem servir de paliativo até receber atendimento adequado. Fique atento para não exagerar na dosagem só porque a dor de dente está insuportável.

Tenha o cuidado de ler a bula antes de fazer uso desse tipo de medicação, por causa dos efeitos colaterais, que podem ser um pouco desagradáveis. Fique atento quando for administrá-los em crianças e só faça isso com indicação médica, pois pode ser prejudicial para a saúde dos pequenos. 

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